quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

7 dicas para a sua Empresa usar bem Mídias Sociais !

Consultor sugere estratégias para garantir que você adote soluções do tipo de forma consciente e forte.
Por Redação da Computerworld


O mercado corporativo começa a usar redes sociais de forma estratégica, conforme reportagem de Computerworld, mas muitos executivos ainda têm dúvidas sobre como gerenciar bem essas ferramentas de comunicação. A utilização mais forte de Twitter, Facebook e outras ferramentas de mídia social é apontada pela consultoria Gartner como uma das principais tendências para o mercado de tecnologia da informação em 2010.

Na avaliação da empresa que desenvolve soluções colaborativas online Direct Labs, este será o ano da profissionalização do uso dessas tecnologias. O consultor de mídias sociais da Direct Labs, Diego Monteiro, diz que muitas empresas agem por impulso na hora de aderir ao uso de ferramentas de web 2.0 e acabam comentendo erros que podem comprometer sua marca. Confira sete dicas preparadas pelo especialista a respeito do uso eficiente de redes sociais pelas corporações.
1- Comece monitorando sua marca: O primeiro passo, e também o mais fácil, é a criação de um monitoramento simples para entender o que estão falando sobre você, sua marca e/ou produtos nas mídias sociais. Essa estratégia pode trazer informações imprescindíveis para você entender qual é o status da sua marca na web.
"Dependendo do porte e da estratégia da empresa, essa etapa pode envolver também ferramentas de busca automática de dados, o que que não dispensa o trabalho manual para análise", afirma Monteiro. A partir daí, você pode pensar em ações adequadas para atuar nas mídias sociais.
2- Defina sua equipe: Como o trabalho manual não é dispensável, é necessário ter muito bem definido quem na equipe atuará com mídias sociais. É muito importante definir quem da sua equipe atuará com as mídias sociais. Em geral, esse trabalho é destinado a profissionais de marketing e comunicação que entendam muito bem do seu negócio, que tenham disposição para falar pela empresa, sejam usuários das principais redes sociais e estejam sempre conectados.
"A dedicação integral de pessoas e o número de funcionários que vai trabalhar na área depende muito do quão estratégico o trabalho for para as operações da empresa. Respostas rápidas são um grande diferencial e exigem um cuidado maior na definição da equipe", ressalta Monteiro.
3- Defina sua linha de comunicação: É preciso tomar cuidado na estratégia que você vai usar para interagir nas mídias sociais. Por isso, a melhor dica é seguir um padrão. Definir uma linguagem (formal ou informal) para ser usada sempre, o público-alvo, a abordagem ideal (adotando uma comunicação mais pessoal ou institucional), a periodicidade de seus posts (no blog corporativo, no Twitter, no Slideshare ou qualquer outra mídia social) e um tempo máximo para responder às interações dos usuários. A linha de comunicação define as ações que serão tomadas em casos de crises e a postura adotada diante de críticas. Em ambos os casos, transparência é essencial.
A definição da linguagem também estabelece, de certa forma, o público que vai acompanhar a companhia no Twitter, por exemplo. Por isso, deve ser bem estudada pelo plano estratégico. "Às vezes é mais importante ter 2 mil seguidores relevantes no Twitter usando determinada linguagem do que possuir 20 mil seguidores sem relevância para a estratégia da corporação", observa o especialista.
4- Crie seus canais sociais (Twitter, Blog, Youtube, Flickr, etc.): Muitas empresas tomam esse passo muito antes do que deveriam. O conceito base aqui é "estar presente onde seus clientes estão". Se os usuários gastam a maior parte do tempo visitando canais sociais, estar presente nesses locais é essencial. Um detalhe importante é que tais canais devem ser criados seguindo uma premissa: você realmente estará presente diariamente neles, atualizando e se relacionando. Canais sociais deixados de lado definitivamente não são bem vistos pelos usuários, assim como interações não-respondidas.
5- Relacione-se, interaja: O mais importante quando você insere sua empresa/marca nas mídias sociais é interagir com o usuário. Isso é essencial para que ele se sinta ouvido e para que entenda o quanto a opinião dele é importante para você. Todo o tipo de interação relevante do usuário deve ser respondido o mais rápido possível. Dê atenção especial para seus usuários mais ativos: os evangelizadores e destruidores de sua marca.
6- Produza conteúdo: Neste estágio, você já tem uma equipe, uma linha de comunicação, canais socias e já se relaciona com alguns usuários. Gerar conteúdo é um passo importante para estreitar a relação com essas pessoas, gerar valor, manter todos informados de novidades e mostrar que a empresa é viva, dinâmica e atualizada. Muitas empresas já geram muito conteúdo, mas deixam-no restrito ao site institucional, newsletters ou campanhas específicas.
Um trabalho de spreading (replicar o conteúdo em seus canais sociais) é muito importante para, mais uma vez, estar onde o usuário está. Não dá para esperar que o usuário visite o seu site. Nessa etapa é muito importante seguir as definições da linha de comunicação adotada. Em alguns casos é necessário voltar e refazer esse trabalho.
"Pela experiência, o que mais funciona é mostrar a cara das pessoas que representam a instituição, adotar um díalogo com informalidade, falar em primeira pessoa. Algumas empresas, como a Google, adotam essa estratégia com sucesso", opina Monteiro.
7- Fique de olho no mercado e em concorrentes: É possível também encontrar diversas oportunidades explorando seu mercado nas mídias sociais. Uma boa maneira de fazer isso é monitorar comentários sobre palavras-chaves relacionadas ao seu negócio. Trabalhar com esses dados e se relacionar com os usuários pode render pesquisas valiosas e uma nova fonte de identificação de possíveis clientes.
Segundo Monteiro, "o trabalho de acompanhamento da concorrência dá indicadores para avaliar o próprio desempenho. Ter um crescimento de 50% no índice de menções de um mês para o outro pode não significar nada se não houver base de comparação, já que as redes sociais também estão muito sujeitas a sazonalidades".

Conheça as principais ameaças de segurança para 2010 !

Novas infraestruturas de computação, redes sociais e Windows 7 terão impacto nos ataques, que deverão ser cada vez mais direcionados a usuários finais.

Por Rodrigo Afonso, da COMPUTERWORLD
07 de janeiro de 2010 - 08h00

Os últimos dois anos foram agitados e representaram diversas transformações para o mercado de segurança: as infraestruturas tornaram-se cada vez mais virtuais, as redes sociais tiveram sua importância multiplicada e a Microsoft lançou a nova versão de seu sistema operacional dominante, o Windows 7. E essas transformações acompanham mais uma tendência: criminosos virtuais querem lucro financeiro e a ação deles só tende a crescer.
Em 2010, todos esses fatores terão grande influência sobre como lidar com segurança. Segundo o especialista em segurança da Trend Micro, Eduardo Godinho, a virtualização e os servidores acessíveis via internet são um dos fatores que mais preocupam as empresas. “As empresas que fazem a hospedagem, como a Amazon e muitas outras terão dificuldades em implantar políticas personalizadas para cada cliente. O bloqueio de portas de comunicação, por exemplo, pode ser impossível para o provedor”.
Outro desafio para as empresas é a proteção contra ataques de indisponibilidade. Segundo Godinho, já houve casos no Brasil de uma empresa que orquestrou ataque zumbi no concorrente para deixar a rede lenta e inviabilizar participação em pregão eletrônico. “Com isso, dá para imaginar que tipos de prejuízos esses ataques são capazes de gerar.” Empresas grandes, como Facebook e Google, já foram alvos de invasões como essas. O perigo é maior do que se imagina e os impactos nos negócios podem ser consideráveis.
As mídias sociais também entram na mira dos criminosos, que vão deixar o spam de lado para focar em ataques mais direcionados, por meio do estabelecimento de relações de confiança. Nesse contexto, o roubo de identidade nas redes e a penetração em comunidades online vai dominar a nova onda de ataques.
Segundo Godinho, o impacto que o Windows 7 trará para as redes não pode ser ignorado, apesar de abranger principalmente usuários domésticos, já que representam o alastramento de ameaças. “O mercado corporativo tem políticas de segurança para sistemas operacionais, mas os usuários comuns terão um sistema mais inseguro em suas configurações padrão do que possuía com o Vista”.
As máquinas com 64 bits, que estão dominando o mercado hoje, pode ser outro ponto de ameaça. As pequenas mudanças de arquitetura podem ser utilizadas pelos hackers para a busca de novas brechas de ataque.
E continuando uma tendência de 2009, bastará o acesso a sites infectados para que os usuários instalem ameaças. Não será mais necessário clicar ou executar alguma coisa. Isso deve fazer com que os usuários e empresas redobrem a atenção com páginas de conteúdo polêmico ou ilegal. No entanto, até endereços de reputação estão sujeitos aos problemas. “Um criminoso pode inserir códigos em um site conhecido chamando para uma ameaça em outro site. A proteção contra esse tipo de ameaça deve ficar muito mais dinâmica”, alerta Godinho.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Redes sociais: você ouviu falar em s-business?

ansformação das redes sociais é tão ampla que podemos estar rumando para uma nova etapa dos negócios digitais, o social business !
Sua empresa está preparada ?

por Gilberto Pavoni Júnior  Especial para InformationWeek Brasil
Se alguém disser que as redes sociais vieram pra ficar, não acredite. O verbo ficar talvez não seja o mais adequado para as novas plataformas de relacionamento e troca de informações. Isto porque elas já começam a ser pensadas para objetivos maiores e mais complexos dos negócios das empresas, muito além das ações de promoção e propaganda. Talvez, o mais adequado seja dizer que as redes sociais vieram para abalar.

"O poder das pessoas reunidas em comunidades, trocando informações sobre suas vontades e expectativas, ainda vai modificar muitas coisas que conhecemos sobre as relações comerciais de hoje", defende o professor de marketing e de arena digital da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Rodrigo Tafner. Ele é um defensor do s-commerce (social commerce). O termo pode ser traduzido por uma extensão do que se convencionou chamar de e-commerce, só que agora turbinado com as redes sociais.
Um exemplo recente é o Nike Plus, um tênis feito para quem gosta de praticar corrida. O calçado traz um chip embutido que recolhe dados sobre a atividade esportiva, armazena tudo em um iPod e envia as informações para o site da comunidade que tem mais de um milhão de corredores ao redor do mundo. Também divulga as listas de música (playlists). O iPod conectado ao tênis percebe, por meio de um sensor, o ritmo da corrida e pode sugerir uma trilha sonora. Há listas pra tudo. Músicas pra animar na subida, pra relaxar ao ar livre, rock pesado pra queimar mais calorias etc.
A mania das playlists favorece a loja virtual de música da Apple, a iTunes. Do lado da Nike, o entusiasmo da comunidade incentiva pessoas a calçarem o tênis e a correr. "Isto é apenas o começo de um s-commerce. Outras oportunidades poderiam sair da interação destas empresas com seus consumidores", argumenta Tafner. As possibilidades são muitas: CDs específicos para cada tipo de corrida, lançamentos exclusivos de artistas, shows, entre outros.
A etapa futura do s-commerce depende de as empresas entenderem o que os consumidores gostariam de comprar. Elas precisam saber lidar com o manancial de informações da comunidade e integrar isso em seus processos. Detectar qual opinião ou comportamento tem chance de se tornar uma nova estratégia de negócios é outro braço do social business. "Já temos condições de evoluir no CRM social", defende o gerente de estratégia de clientes e mercado da Deloitte, Fabio Cipriani.
A integração do CRM com as redes sociais também tem dominado fóruns de discussões sobre o novo modelo de negócios. Certas de que o cenário é promissor, empresas como Oracle, SAP, Salesforce, Microsoft e uma dezena de startups já desenvolvem produtos específicos para este fim. "Já conhecemos o potencial disto nas ações de marketing. O próximo passo é levar esta interação para outros processos de negócio", propõe Cipriani.
No CRM social, a gestão do cliente se transforma na gestão da relação cliente-empresa; tudo é pensado como uma estratégia horizontal que leva ao lucro. Qualquer processo que envolva o cliente e tenha este objetivo final pode ser apoiado por uma rede social. "Quem trabalha com dados transacionais passará a lidar com dados conversasionais", explica o consultor, com o apoio de um neologismo para lá de apropriado.
Inovação social
Porém, o suprassumo do s-business - a inovação aberta - ainda é pouco conhecido. São teorias que expostas primeiramente em 2003 no livro Open Innovation: The New Imperative for Creating and Profiting from Technology, do professor da Universidade de Berkeley, Henry Chesbrough. A ideia é simples, mas a prática é complexa. O termo opõe-se ao conhecido modelo de inovação fechada, que conta com laboratórios isolados e técnicos caros. Em substituição, seriam usados clientes, parceiros de negócio e quem mais estiver disposto a colaborar para aprimorar o negócio. "As redes sociais têm o papel importante de fazer a ponte entre a necessidade de inovação da empresa e as comunidades dispostas a colaborar", comenta o professor de inovação da Fundação Dom Cabral, Carlos Arruda.
Já existem exemplos. O Fiat Mio foi construído com ideias enviadas por milhares de pessoas ao redor do mundo por meio do portal http://www.fiatmio.cc. A cafeteria Starbucks mantém o site My Starbucks Idea para coletar insights sobre como suplantar a nova concorrência do McDonald"s. Há outros casos, e todos devidamente apoiados por uma rede social aberta ou privada. "São grandes empresas, mas a inovação aberta é perfeita para as pequenas e médias, porque seu custo é baixíssimo", acrescenta Arruda.
Basta um pouco de pesquisa e algumas conversas para ver que o "s" está realmente migrando para dentro do negócio. É bem provável que ele seja mais uma evolução do que uma revolução. Porém, não há como esquecer que, quando o conceito de e-business surgiu, ele também não foi compreendido na sua totalidade. Hoje, não há empresa que não tenha ao menos um processo e-alguma-coisa. E, juntando estes casos e opiniões aqui e ali, é bem provável que estejamos migrando para o s-alguma-coisa netse exato momento.

Política de segurança deve ser colaborativa !

Participação dos funcionários na elaboração das regras de segurança da empresa é fundamental para que a empresa conquiste adesão.
Por Rodrigo Afonso, da Computerworld


Em poucos anos, a área de segurança, no contexto da tecnologia da informação, sofreu grandes alterações. Boa parte delas foi forçada pela mudança de comportamento dos hackers, que deixaram de realizar invasões apenas para obter vantagem financeira. Outra transformação foi a consciência de que gestão de segurança passa também pelo treinamento das pessoas, não só pela implementação de soluções.
Com as novas tendências, as empresas começaram a perceber que devem priorizar a questão comportamental para uma política de segurança bem-sucedida. E a melhor forma de começar é levar os funcionários para o centro das decisões. A simples imposição de regras pode prejudicar o ambiente da empresa e fazer com que a política seja incompreendida pelos funcionários.
De acordo com o engenheiro sênior de sistemas para a América Latina da companhia da área de segurança Websense, Fernando Fontão, o diálogo com os funcionários evitam dois erros: além de manter um bom clima organizacional, ainda impede que os profissionais da área de tecnologia determinem regras que acabem prejudicando o dia-a-dia da companhia.
“Algumas vezes, as regras e os bloqueios na rede podem não atrapalhar a atividade profissional, mas cria o sentimento de que a empresa estaria cerceando a liberdade. Em outros casos, as regras chegam a atrapalhar, o que causa ainda mais aborrecimento”, afirma.
Para o especialista de segurança da informação da Epsec, Denny Roger, cada área da empresa deve ser representada por uma pessoa-chave, que entenda do negócio e tenha respaldo em seu meio. Essa pessoa seria a responsável por esclarecer as regras para seus colegas e, por participar da elaboração. Dessa forma, ela viraria um defensor da política de segurança. “Sem a participação desses usuários, qualquer medida de segurança tende a ser um fracasso”.
Segundo Roger, a nova atitude colaborativa das empresas faz parte de uma segunda fase, que é a governança da segurança da informação, encarada como um dos vetores da governança corporativa. Ele alerta, no entanto, que a alta gestão não pode ficar de fora dos trabalhos. “Quando as políticas são formuladas sem a participação dos principais executivos, os funcionários acabam não aderindo, mesmo que haja treinamentos”, ressalta.
Como começar?

Se a empresa está sentindo dificuldades em implantar uma política de segurança e não sabe por onde começar, a forma mais simples, segundo Fontão, é buscar referências no mercado. “É muito importante que os profissionais da área de tecnologia se baseiem em padrões reconhecidos e aprovados mundo afora. Os maiores problemas ocorrem quando esses profissionais inventam regras da própria cabeça.
Uma vez criada, a política deve ser detalhadamente explicada. Todas as regras devem estar relacionadas aos negócios e os funcionários devem entender que elas têm o objetivo de garantir a prosperidade da empresa.
É importante observar, também, se a atitude dos próprios profissionais de tecnologia são impositivas. “Essa é uma questão bem complicada de lidar, pois envolve egos. Há pessoas que, quando entram no comando, gostam de mandar sem muitas interferências”, diz Fontão. Com isso, a própria empresa tem que reavaliar sua cultura e pensar que tipo de profissional se encaixa.
Segundo Fontão, algumas grandes empresas que possuem estratégias bem sucedidas podem ser referência para as demais. “Na América Latina, muitas companhias de grande porte já possuem alto grau de maturidade em suas práticas de governança, o que inclui as políticas de segurança. Algumas de suas práticas podem orientar o mercado”.

7 ferramentas de colaboração para a sua empresa !

Além das tradicionais funcionalidades para compartilhamento de documentos, as novas soluções têm recursos de mensagens instantâneas, videoconferência e VoIP.

Por Fernanda Ângelo, especial para a Computerworld
Foi-se o tempo em que colaboração significava mero compartilhamento de arquivos por meio de anexos transmitidos por e-mail. Hoje as ferramentas colaborativas – diversas delas gratuitas – garantem às empresas muito mais qualidade das informações, ganhos de produtividade e, claro, reduções expressivas de custos.

Tradicionalmente, oferecem espaço de armazenamento que possa ser acessado por diferentes usuários, a partir de locais diversos e em horários distintos. Ao contrário dos anexos trocados por e-mails, as soluções colaborativas garantem que profissionais da empresa trabalhem sempre com os documentos mais atualizados. E além das triviais funcionalidades de compartilhamento e edição online de documentos, oferecem ainda recursos de mensagens instantâneas, videoconferência e VoIP (saiba como tirar melhor proveito de ferramentas de VoIP), que juntos podem representar economias expressivas com viagens, hospedagens e tempo em trânsito.

Esses já seriam motivos de sobra para que uma empresa estudasse a adoção desse tipo de aplicativo. Mas as facilidades não param por aí. Algumas das opções disponíveis na internet permitem que o usuário crie, edite e compartilhe arquivos sem precisar instalar nada em seu computador. Tudo é feito online; como no caso de programas contidos nas suítes de produtividade ThinkFree, GoogleDocs e Zoho.
Recursos convencionais de compartilhamento, edição e gerenciamento colaborativo de documentos ganharam ares de modernidade no Office Live Workspace, da Microsoft. O usuário pode armazenar até 5GB de documentos online, acessados a partir do próprio Office. E ainda determinar quem terá autorização para acessar o arquivo compartilhado, além de trocar mensagens instantâneas por meio do MSN Messenger.
Software de CRM, gerenciamento de fóruns e discussões, web conference, plataforma para criação de aplicativos de banco de dados, software para emissão de cobranças/faturas, projetos colaborativos, relatórios e business intelligence, hospedagem de e-mail e aplicativos de escritório. Tudo isso também já pode ser encontrado em pacotes de soluções colaborativas, como aqueles oferecidos pela ThinkFree.org.

As versões gratuitas têm limitação de número de projetos, usuários ou recursos, mas podem servir muito bem para a realização de testes antes que a empresa escolha qual solução de compartilhamento irá implantar.

Ferramentas pagas, como Halo, da HP; Lotus Sametime, Lotus Connections e WebSpheare Portal, da IBM, e o SharePoint, da Microsoft, também trazem recursos mais corporativos, que permitem, por exemplo, a criação de ambientes baseados em redes sociais, portal colaborativo e listas de discussões, entre outros. A maioria deles é oferecida em modelo de Software como Serviço (SaaS).



segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Para estrategistas, 2010 será o ano das eleições nas redes sociais da internet!

Twitter, Faceboock, Orkut e blogs serão ferramentas importantes de marqueteiros para conquistar o voto do eleitor

De olho nos 32 milhões de eleitores brasileiros com acesso à internet, marqueteiros dos principais partidos políticos do País apostam: as redes sociais serão peça-chave para conquistar o voto do eleitor em 2010. E, agora, a exploração das ferramentas online disponíveis é permitida por lei. Pela primeira vez, a legislação brasileira consente doações pela internet e o uso de sites, blogs e redes sociais, como Orkut, Facebook e Twitter, ao longo da campanha, mesmo no dia da votação.
Com as mudanças da reforma eleitoral, o Brasil poderá viver algo parecido ao que se passou nos Estados Unidos em 2008 durante a campanha vitoriosa de Barack Obama à presidência. Na corrida eleitoral americana, os estrategistas do Partido Democrata jogaram luz sobre a mobilização de simpatizantes na internet e mostraram que a rede pode ser uma grande aliada para angariar votos e dinheiro. Para se eleger, Obama contou com a iniciativa de diversas pessoas não envolvidas oficialmente na campanha. Esses simpatizantes voluntários criaram vídeos e até mesmo redes sociais de apoio ao candidato democrata.
“Agora é a hora da rede social no Brasil”, afirma a estrategista de marketing político Cila Schulman, espécie de “animadora” da Rede PSDB, como ela mesma se apresenta. “A internet cada vez mais quebra a lógica de que o marqueteiro cria a imagem do candidato e a vende como um sabonete”, ressalta o secretário de Comunicação do PV, Fabiano Carnevale. “O PT decidiu usar as redes sociais existentes, colocando lá nossas páginas oficiais. O que temos de exclusivo aos filiados é a Comunidade PT, um serviço corporativo para gerenciar as demandas internas”, explica o secretário de Comunicação do PT, Gleber Naime.
Fonte: Último Segundo

sábado, 2 de janeiro de 2010

O que são Mídias Sociais e como utilizá-las !

As Mídias Sociais são espaços de interação entre usuários. exemplos: blogs, redes sociais (Orkut), fóruns, e-groups, instant messengers, wikis, sites de Sharing (YouTube, Flickr).

Nestes canais, as pessoas podem dialogar e compartilhar informação. O conteúdo de uma Mídia Social tende sempre ao infinito, uma vez que qualquer membro pode contribuir a qualquer momento. Este diálogo entre usuários constitui blocos colaborativos de opinião.
Vivemos recebendo mensagens publicitárias de todos os gêneros. Segundo dados da consultoria inglesa ID Magasin, somos impactados por 3.600 por dia, em média. Esta massa de informações torna o consumidor mais desconfiado e menos suscetível aos métodos tradicionais de propaganda. No contexto das Mídias Sociais, este discurso poderá ser debatido, criticado e filtrado pela relevância que ele terá para a comunidade.
Assim, a Estratégia em Mídias Sociais é uma imersão neste universo de transparência nas relações entre empresa e consumidores. Mais do que anunciar, é analisar as opiniões sobre um tema. Mais do que divulgar, é discutir os aspectos positivos e negativos de um serviço, afim de direcionar os esforços de uma campanha publicitária ao encontro dos anseios de seu target.
Levamos esta informações as mulheres que freqüentam salões de beleza e perguntamos a elas o que elas acham desses tipos de mídias. A maioria respondeu que é importante, pois através das mídias sócias ficam sabendo das tendências da moda.
“ Acho que as mídias sociais vieram para melhor a comunicação entre as pessoas, um exemplo é em relação a tendências de moda, pois ficamos sabendo tudo que rola no mundo da moda na internet em qualquer parte domundo.” Foi o que disse a funcionária do salão de Beleza e Cia.
Já para a cliente Natália que freqüenta o salão esse tipos de mídia ajuda a ter mais assunto na hora quando vai fazer as unhas ou cuidar dos cabelos.
Concluímos que os espaços de interação veio para ajudar na relação entre empresa e consumidor.