quinta-feira, 30 de junho de 2011

A revolução das mídias sociais no primeiro semestre de 2011

Post publicado em Outro Lado da Notícia. Vale a pena a leitura.

A internet está mudando o modo como são feitos os negócios, as relações interpessoais e, principalmente, o modo como as pessoas veem o mundo.

Erik Qualman, o autor do livro Socialnomics, produziu uma série de vídeos chamada Social Media Revolution (ou Revolução das Mídias Sociais) para mostrar aimportância da rede no dia a dia das pessoas.

 
O último filme, de apenas dois minutos, dá uma mostra do que aconteceu no mundo on-line entre o fim de 2010 e o primeiro semestre de 2011.

Assista ao vídeo abaixo ou, se preferir, leia o texto traduzido:

- As mídiassociais são sobre pessoas. Mais de 50% da população mundial tem menos de 30 anos

- Facebook ultrapassou Google em tráfico de dados por semana, e isso tem impacto em como nos comportamentamos off line

- Um em cada cinco casais se conheceram na internet

- Três em cada cinco casais gays se conheceram na internet

- O Facebooké a principal causa de um a cada cinco divórcios

- O que acontece em Vegas fica no Facebook, Twitter, Flickr, Youtube

- Estudantes do jardim de infância estão aprendendo com iPads, não com lousas

- Se o Facebook fosse um país, ele seria o terceiro maior do mundo


Mas o Facebook, o Twitter, o Youtube e o Google ainda não são aceitos na China. O Linked In ganha um novo membro a cada segundo.

"Nós não temos uma alternativa se utilizamos ou não as mídias sociais, a questão écomo nós as utilizaremos bem", Erik Qualman.

Lady Gaga, Justin Bieber e Britney Spears tem mais seguidores no Twitter do que a população inteira de países como Suécia, Israel, Grécia, Chile, Coreia do Norte e Austrália.

Cerca de50% do tráfego de internet móvel do Reino Unido é usado para o Facebook, agora imagine se isso for utilizado por usuários com más experiências.

Mais de 37 milhões de pessoas assistiram o comercial do Volkswagen Darth Vadar que passou no intervalo da final do Super Bowl de 2011 (dos Estados Unidos) - no Youtube.

E o garotinho que interpretou Darth Vadar nunca assistiu Star Wars.

O Ford Ecplorar Lauch gerou mais visualizações no Facebook do que um comercial do Super Bowl.

As gerações Y e Z consideram e-mails ultrapassados, alguns universitários pararam de distribuir suas contas de e-mail.

Os leitores de eReaders ultrapassaram o número de leitores de livros.

Jogadores de mídias sociais irão comprar U$ 6 bilhões de bens virtuais em 2013.

Frequentadores de cinema comprarão apenas U$2,5 bilhões em bens reais.

O Youtube é a segunda maior ferramenta utilizada no mundo.

Se o Wikipedia fosse um livro, ele teria mais de 2,25 milhões de páginas e levaria mais de 123 anos para ser lido.

90% dos usuários on-line confiam em recomendações de produtos.

Apenas 14% confiam em comerciais.

93% dos marketeiros utilizam mídias sociais para os negócios.

Bem-vindo à Revolução das Mídias Sociais.
 

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Educador 2.0

Como os educadores podem mesclar as novas tendências sociais para o mundo offline?
 
André

Rentemente um colégio chocou o mundo virtual suspendendo uma aluna de 15 anos por ter criado um grupo de troca de informações sobre exercícios no Facebook. 
 
A pergunta que não quer calar é: Como os educadores podem mesclar as novas tendências sociais para o mundo offline? Essa discussão é longa, mas nada melhor que começarmos a pensar em novas estratégias para novos caminhos.

O portal OnlineColleges, que faz pesquisas com estudantes e universidades sobre o uso das novas mídias e tecnologia, debateu a importância dos professores estarem conectados e manterem a política de boas maneiras para uso nas redes sociais. Essa política de boas maneiras traz meios do professor utilizar sua ferramenta da melhor forma, integrando seus alunos, socializando (!) e tornando o seu perfil uma ponte entre estudantes e a instituição de ensino. Vamos às dicas:

Não brade aos quatro ventos sobre seus alunos: Não se esqueça: Aquele aluno que você está falando mal pode ter um amigo em comum com você e este pode ver suas atualizações.

Entenda o motivo para ser amigo dos seus alunos: A amizade com seus alunos pode incentivar discussões inteligentes na rede, além de fazer com que as informações que você usa durante a aula, mais acessíveis. Se você quiser ser visto como professor conservador, não tenha qualquer relacionamento online com seus alunos.

Descubra se a instituição tem política de mídias sociais: Algumas instituições podem ter políticas para o uso do corpo docente nas mídias sociais: Pode não ser permitido vínculo social com estudantes ou discussão de trabalhos dados em sala, mesmo que sua conta seja particular. Portanto, certifique-se antes de atualizar seu perfil e sair adicionando seus alunos.

Considere esperar até que os alunos se formarem: Se você ainda está reticente em se tornar amigo dos seus alunos em suas redes sociais, adicione-os após a formação. É uma política inteligente se você tem inseguranças sobre falar algo errado ou, por ventura, ofender alguém.

Use Facebook para tirar dúvidas de alunos: Sendo intrutor online ou não, use regularmente o Facebook para interagir com seus alunos.

Use Facebook como uma ferramenta de backup: Se a aula for cancelada pelo mau tempo, avise seus alunos. Envie material, leituras e questões para discussão: assim sua turma não fica para trás.

Tirar proveito dos grupos: Crie grupos para suas turmas, grupos de estudo para projetos e discussões especiais. Eles vão ajudar a você se organizar para as aulas e reforçar o espírito de grupo, incentivando participações mais ativas em sala de aula.

Cuide da sua marca: Todo mundo já percebeu que dentro das redes sociais nada fica particular. Talvez manter dois perfis, profissional e pessoal, comece a fazer sentido depois que você passe a perceber que tudo o que coloca em seu perfil, incluindo suas atualizações, contribui para a sua marca pessoal.

Está chateado com seu emprego? Mantenha distância das suas redes: Alguns profissionais têm sido demitidos de seus empregos por comentários desagradáveis feitos sobre instituições onde trabalham e/ou amigos de trabalho. Melhor ficar quieto sobre seus amigos de trabalho ou alunos e esperar tudo se acalmar para conectar-se.

Obter feedback dos alunos: O Facebook é uma das maneiras mais fáceis de obter feedback dos alunos sobre o que aprenderam em sala de aula, como podem aplicá-lo em sua vida diária, e aquilo que gostaria que você discutisse.

Conectar alunos uns com os outros através de seu próprio perfil: Encoraje seus alunos a perguntar uns aos outros e criticar o trabalho dos outros, fazendo um fórum em seu perfil ou em mensagem inbox.

Use a fanpage: Crie uma fanpage para sua classe. Se você for professor de língua estrangeira, por exemplo, incentive seus alunos a conversarem com outros que tenham essa língua nativa.

Enriquecer o ambiente em sala de aula: Estar conectado aos seus alunos pode trazer mais proximidade na sala de aula. Se os alunos se sentem mais confortáveis com você, porque eles sabem mais sobre seus interesses e experiências pessoais, eles estarão mais abertos às suas aulas.

Fique ativo: Se os alunos querem ser seu amigo no Facebook e você está aberto a isso, faça um esforço para se envolver com eles. Mantenha seu perfil atualizado e responda perguntas e/ou observações. Caso contrário, você aparecerá frio, distante e esnobe.

Lembre-se de quem está te assistindo: Seu chefe pode estar silenciosamente lendo suas atualizações. Mantenha tudo limpo, para que não haja nenhum problema de má interpretação.

Você não é obrigado a adicionar seus alunos, mas… :Você pode decidir não adicionar seus alunos, mas lembre-se que ele pode ficar ofendido. Uma boa política é explicar o porquê de não adicioná-lo. Se você começar a receber solicitações de amizade, anuncie suas políticas para o uso de suas redes para eles.

Só poste ou envie mensagens que você teria orgulho em dizer pessoalmente: Não seja paquerador, sarcástico ou picante no mural de seus alunos ou mensagens que troca com eles. Lembre-se que só porque é online, não significa que não é real.

Que tal refletir e, sendo um educador ou instituição, repensar no valor que você pode agregar no conhecimento de seus alunos com inserção de conteúdo para estudo e utilizando-se de boas maneiras nas mídias sociais?
 

terça-feira, 28 de junho de 2011

Twitter pode ganhar sistema de compras coletivas

Mais um Groupon?
 
O Twitter está cada vez mais próximo de colocar propaganda em sua timeline. A ideia é dar uma encorpada no "Promoted Tweets", que atualmente mostra mensagens de anunciantes quando o usuário faz pesquisas. 

Outra novidade que deve aparecer é um sistema de compras coletivas interno, de acordo com reportagem do Financial Times.

Executivos do Twitter aproveitaram o Festival Internacional de Criatividade Cannes Lions, na semana passada, para se encontrar com agências e especialistas em marketing e discutir maneiras viáveis de se fazer dinheiro com o microblog. E um dos formatos a que se chegou é parecido com o sistema do Groupon.

Mensagens com ofertas seriam postadas nos 140 caracteres por um perfil e os usuários teriam um tempo predeterminado para aceitarem, ou não. As marcas que usam o Twitter como plataforma empresarial terão mais opções no seu painel de controle, com a possibilidade, inclusive, de programar as mensagens a serem postadas.

A timeline também será mexida para ganhar um formato semelhante ao que acontece atualmente com usuários do HootSuite, que recebem tweets de marcas que nem seguem. O novo "promoted"  também vai forçar as mensagens postadas por marcas já seguidas para o topo da timeline, então mesmo que o tweet tenha sido disparado há horas, o internauta o verá primeiro.

Redação Adnews

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Redes Sociais e o ambiente de trabalho. Aspectos Legais

Fernando Borges Vieira *

A utilização dos benefícios trazidos pelas redes sociais pode provocar direta repercussão no ambiente de trabalho. 




Se positiva a repercussão, muito que bem. Se negativa, tanto o empregado que postou determinada informação como o empregador estão sujeitos à responsabilidade civil, penal e trabalhista.

Em nosso país não há legislação específica que exerça controle sobre o conteúdo publicado em redes sociais, aplicando-se a legislação comum.

Por exemplo, o fato de um empregado publicar em rede social à qual pertence informações cujo caráter venha a causar prejuízos ao empregador, tais como a perda de clientes, a não efetivação de um determinado negócio ou veto para participar de uma concorrência pública, serão aplicadas as leis comuns.

Assim, ainda dentro de nossos exemplos, se o empregado postou em rede social uma mensagem caluniosa, poderá responder civilmente pela reparação do dano, poderá responder criminalmente pelo delito e ter o contrato de trabalho rescindido por justa causa, aplicando-se, respectivamente, o Código Civil, o Código Penal e a Consolidação das Leis do Trabalho.

As necessidades do trabalho nem sempre são compatíveis com acessos às redes sociais durante a jornada e o empregador tem o poder de fiscalização – inclusive bloqueando o acesso nos computadores – mas não tem o condão de impedir que o empregador as acesse de sua casa, de uma lanhouse ou até mesmo de seu aparelho de telefone celular.

Entre o rol de poder de gerência do empregador está a fiscalização – no horário de trabalho e por meio dos equipamentos de trabalho – dos sites acessados pelos empregados. Inclusive, por exemplo analógico, já é pacífico perante o Tribunal Superior do Trabalho que o mau uso do e-mail corporativo habilita a demissão por justa causa. Em síntese, tratando-se o computador de um instrumento de trabalho, nada impede que o empregador bloqueie o acesso a determinadas páginas eletrônicas.

Importante salientar, pode sim o empregador regrar o acesso às redes sociais no ambiente de trabalho, mas o poder de gerência não extravasa este limite. Perceba-se: o empregador pode determinar a utilização de uniforme, mas não pode impedir que na foto postada em seu perfil particular esta mesma pessoa esteja trajando roupas mínimas – há de se ter cautela quanto ao exercício do poder de gerência, mas o empregado também há de ser igualmente cauto com sua conduta em seu cotidiano.

Em meu entender, o empregador pode e deve exigir de seus empregados um comportamento adequado tanto no mundo real como no virtual.

Se de um lado o empregador pode exercer o poder de gerência, impedindo, limitando e/ou fiscalizando o acesso de seus empregados às redes sociais e à internet como um todo, de outro lado a tecnologia está à disposição e deve ser empregada em toda a sua dimensão, prestando-se como verdadeiro instrumento facilitador da informação. Como então buscar o equilíbrio? A resposta é fácil: Ética! Respeito! Bom senso!

O comportamento de qualquer pessoa deve ser igual, em qualquer momento e situação; o fato de haver um perfil eletrônico não significa haver outra pessoa, mas apenas um meio por intermédio do qual ela se manifestará, encontrará outras pessoas e se relacionará.

A má ação do empregado no mundo virtual se compara e equivale àquela realizada no mundo tangível. Ofender o empregador por intermédio de um poste é tão grave quanto ofendê-lo durante uma reunião e – quiçá – até mais grave em razão da publicidade.

Por conseguinte, a conduta do empregado pode constituir justa causa para a rescisão do contrato de trabalho, conforme artigo 482 da CLT, na hipótese da publicação constituir ato de improbidade, incontinência de conduta ou mau procedimento, violação de segredo de empresa, ato lesivo da honra ou à boa fama praticada contras colegas e/ou superiores hierárquicos.

Ainda, se o empregador estabelecer procedimentos no sentido de traçar a conduta dos empregados frente às publicações em redes sociais de assuntos relacionados a ele ou à empresa e, mesmo assim, o empregado desrespeitar o que foi estabelecido, pode restar caracterizada causa para demissão do mesmo.

Para evitar problemas desta natureza, algumas empresas têm orientado seus empregados, alertando-os sobre a responsabilidade que cada qual conserva e, sobretudo, sobre a consequência que posts prejudiciais podem acarretar.
Este é o melhor caminho, orientar, conscientizar e alertar os empregados.

 O estabelecimento de procedimentos, somado à iniciativa de estratégias de conscientização, é sim eficaz no sentido de evitar problemas relacionados à publicação de assuntos relacionados ao empregador em redes sociais. Ainda não há nenhum estudo científico que possa subsidiar estatisticamente esta afirmação, mas a experiência tem nos mostrado que ações internas neste sentido trazem bons resultados.

Os empregados permanecerão atentos se as empresas, além de estabelecer regras, promoverem constantes ações no sentido de conscientizá-los. Contudo, independentemente de tais ações, cabe a cada empregado ter postura profissional madura e adequada, sabendo que integra a empresa na qual trabalha e tutelando para que seu nome seja, sempre, preservado.

 Em conclusão, o empregado deve portar-se nas redes sociais com o mesmo zelo sob o qual se mantém no ambiente de trabalho, pois no mundo virtual o meio pode ser diverso, mas as ações e consequências são as mesmas do mundo real.

* Fernando Borges Vieira é sócio sênior do Manhães Moreira Advogados Associados e responsável pela coordenação de equipe que atua na Área Trabalhista.

Fonte: www.incorporativa.com.br

Mensuração em Mídias Sociais

Qual é o mercado e as oportunidades da Comunicação em Mídias Sociais? Como Mensurar isso? Qual é a forma de abordagem e quais os objetivos a serem alcançados?

Essas são perguntas que todo profissional de Marketing Digital busca pelo menos uma vez na vida encontrar a resposta, e que muitas das vezes acaba confundido em inúmeros conceitos. Acompanhe uma ótima apresentação sobre o assunto:

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Google quer pequenas empresas brasileiras na web


 
Google quer os pequenos na web
 
A partir desta quarta-feira, 15, os mais de 5 milhões de empresários de pequenas empresas do Brasil terão mais um estímulo para conectar seus negócios à internet. O Google lançou, em parceria com o Sebrae, a HP e a Yola (empresa de serviços de hospedagem e design de websites), o programa Conecte Seu Negócio, que visa facilitar e ampliar a entrada de empresários de todo Brasil no mundo web.

Como parte do lançamento, o Google oferecerá domínios grátis aos primeiros 5 mil inscritos - promoção válida para a primeira anuidade. Além disso, o programa contempla a criação, o design e a hospedagem do website de forma gratuita. Após o site ser criado, os empresários receberão créditos em Google AdWords - solução de publicidade online - para promover seu site na internet. O papel do Sebrae será o de estimular o empreendedorismo e o desenvolvimento dos micro e pequenos empresários no meio digital, com a produção de material educacional e treinamentos por webinars, além de todo o suporte necessário no canal oficial do projeto.

A partir do site do projeto, o empresário pode checar se o domínio desejado está disponível. Feito isso, basta registrar a empresa por meio do CPF/CNPJ e preencher o formulário com os dados. A partir daí, começa a fase da construção do website: com o uso da ferramenta da parceira Yola, o usuário poderá escolher diversas opções de layout, formatação de página, inserir fotos e o conteúdo.

Para manter seu projeto online, o usuário conta com um pacote especial da HP na oferta de computadores (desktops e notebooks), impressoras e monitores.

“Estamos comprometidos com a inclusão digital das empresas brasileiras, especialmente as micro, pequenas e médias”, afirma Fabio Coelho, presidente do Google Brasil. “Acreditamos que a oferta de ferramentas que ajudam no investimento inicial de construção de um site será um grande estímulo para os mais de 5 milhões de empresários brasileiros que buscam expandir seus negócios online. Nosso objetivo é mostrar a esses empreendedores que a Internet é um ambiente muito rico em oportunidade, com bom retorno sobre os investimentos”, completa.

No website do programa Conecte Seu Negócio é possível ver os cases de empresas que investiram na internet, com testemunhos de empreendedores e informações educativas.

Outros parceiros se uniram ao projeto, e entre eles a Serasa Experian (que em breve vai oferecer promoções especiais de seus produtos para o público do Conecte o Seu Negócio) e a CNI - Confederação Nacional da Indústria (que vai ajudar a divulgar a iniciativa entre os seus milhares de associados através do seu site Clube Indústria de Benefícios).