sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Facebook atinge 600 milhões de usuários mobile (e 1 bilhão ativos mensalmente)

Ricardo de Paula
Ainda mais impressionante que chegar a 1 bilhão de usuários ativos é saber que 600 milhões usam o Facebook por meio de aparelhos móveis.


Isso só comprova a importância dessas plataformas, sendo de conhecimento geral que a experiência mobile no Facebook ainda deixa muito a desejar em relação ao desktop.

Para comemorar a marca de 1 bilhão de usuários, a rede social lançou a campanha publicitária intitulada ‘The Things That Connect Us’, que será focada em 13 países: EUA, França, Reino Unido, Itália, Alemanha, Espanha, Brasil, México, Índia, Filipinas, Indonésia, Rússia e Japão.

De acordo com informações divulgadas pelo próprio Facebook, os usuários já realizaram mais de 1.13 trilhões de “Likes” desde a criação do recurso, em fevereiro de 2009, mais de 140 bilhões de amizades foram feitas e cerca de 219 bilhões de fotos foram compartilhadas na rede social.

Se fosse um país, o Facebook seria o terceiro maior do mundo, atrás da China (1,34 bilhão) e da Índia (1,21 bilhão), e à frente dos Estados Unidos (314,5 milhões).

A idade média dos usuários da rede social é de 22 anos, e os cinco países com maior número de usuários são Brasil, Índia, Indonésia, México e Estados Unidos.

Fonte: www.midiassociais.net

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Publicidade não é o final da comunicação, mas o início da conversa

Marc Gobé, especialista em branding, fala sobre os desejos da nova geração e afirma que os consumidores querem ir além da relação meramente comercial com as marcas
Por Bruno Garcia, do Mundo do Marketing 


Um anúncio não é o melhor caminho para criar conexão emocional entre as marcas e seus consumidores. Marc Gobé, fundador da Emotional Branding e autor do livro A Emoção das Marcas, acredita que a publicidade tradicional passa por um momento de transformação. 

Se antes ela representava a ponta final da comunicação com o público, hoje ela indica apenas o início da conversação.

Uma das teses defendidas por Marc Gobé é que as pessoas não querem ter uma relação exclusivamente transacional com as empresas. Elas querem, mais do que comprar produtos e serviços, adquirir experiências e compartilhar valores. 

 “O que precisamos é que as marcas façam este link da publicidade para o conteúdo e para outras mídias. Os anúncios não são o final da comunicação. Na realidade, eles são apenas o início do diálogo com o público. 

As marcas precisam entender que o caminho é migrar as pessoas a partir da publicidade para outras plataformas onde elas possam ampliar esta conversa com seus públicos e engajá-los”, explica o pesquisador em entrevista ao Mundo do Marketing. 

Marc Gobé esteve em São Paulo para a palestra Branding Trends (tendências do branding), realizada no dia 3 de setembro durante o Seminário Marketing 2.0. O especialista falou sobre marcas, conexão emocional e sobre o novo perfil do consumidor. 

“Muitas organizações consideram as pessoas como simples máquinas que realizam compras. Mas não é isso que o novo consumidor deseja. Mais que uma relação de consumo, este novo público considera as marcas como parte importante de suas vidas”, analisa. Leia a entrevista: 

Mundo do Marketing: Você sempre coloca que as pessoas amam as marcas, mas as marcas não amam as pessoas. O que exatamente você quer dizer com isso?
Marc Gobé: Quando elas compram uma marca, desejam que esta empresa participe das suas vidas. As marcas dizem muito sobre o que nós somos. Isso é muito poderoso, pois envolve nossa emoção. Muitas organizações consideram as pessoas como simples máquinas que realizam compras. Mas não é isso que o novo consumidor deseja. 

 Mais que uma relação de consumo, este novo público considera as marcas como parte importante de suas vidas. Então precisamos humanizar as marcas e não apenas considerar que elas realizem transações meramente comerciais com a sociedade. O consumidor não quer ser tratado exclusivamente pelo aspecto transacional. Ele quer ser mais que consumidor. As marcas precisam ir além da relação comercial.

Mundo do Marketing: E o que uma empresa pode fazer para que sua marca ame as pessoas de volta?
Marc Gobé: As marcas precisam entender que o mundo mudou. E o poder social mudou de lado. Quando falamos das diferentes gerações, percebemos que por conta das mídias sociais, as pessoas possuem poder sobre as marcas. São elas que elegem as marcas, falam sobre as empresas, compartilham com os seus amigos e redes de contato. 

As marcas que estão engajando nas mídias sociais, participando das conversas que acontecem o tempo todo, têm maiores chances. As empresas precisam fazer isso, não há outro caminho. É como ir para uma festa. Se você vai a uma festa e conhece pessoas que ficam tentando te vender alguma coisa, naturalmente você se afasta. Quando entramos em uma conversa, não queremos que alguém nos venda algo. 

Queremos compartilhar informações e valores. As pessoas esperam que as marcas compartilhem produtos, mas esperam também que as marcas compartilhem valores. 

 As marcas precisam estar próximas do seu público, participando realmente das conversas, engajando e compartilhando. As empresas precisam estar mais focadas em como ajudar as pessoas a terem uma vida melhor e construir um mundo melhor.

Mundo do Marketing: Você poderia citar alguns exemplos de marcas que estão fazendo um bom trabalho neste sentido?
Marc Gobé: Acho que a Apple faz um bom trabalho. As pessoas amam a Apple porque ela está sempre compartilhando a sua visão de futuro. De repente você não precisa mais de um GPS, você usa o seu Iphone para isso. E assim temos infinitos exemplos de aplicações que ajudam as pessoas no seu dia a dia. 

A Apple amplia o mundo das pessoas e as ajuda a viver de uma maneira melhor. Estou querendo dizer que as marcas não devem ver a venda de produtos como o ponto final da relação com o consumidor. Este na verdade é o primeiro passo da conversa. A questão do engajamento e de ser socialmente relevante também é muito importante neste processo.

Mundo do Marketing: Então o caminho é apostar no Marketing de conteúdo?
Marc Gobé: O conteúdo é criado para as pessoas. Sempre foi assim. As empresas criavam conteúdo para as pessoas. 

Hoje, porém, o conteúdo é criado pelas pessoas. Quando olhamos o que o consumidor faz na internet, percebemos claramente esta mudança. As marcas precisam adaptar o seu conteúdo e as suas estratégias a esta nova realidade. 

Mundo do Marketing: As companhias ainda gastam a maior parte de suas verbas com publicidade. Você acredita que este é o melhor caminho para criar conexão entre marcas e as pessoas? É justifcável o que as empresas gastam com publicidade e anúncios?
Marc Gobé: Acredito que vivemos na era da conversação e do compartilhamento. Esta é a realidade. Acho que os anúncios têm a sua importância. O que precisamos é que as marcas façam este link da publicidade para o conteúdo e para outras mídias. Os anúncios não são o final da comunicação. 

Na realidade, eles são apenas o início do diálogo com o público. As marcas precisam entender que o caminho é migrar as pessoas a partir da publicidade para outras plataformas onde elas possam ampliar esta conversa com seus públicos e engajá-los. A publicidade tradicional tem a oportunidade de se tornar bem mais poderosa se levar as pessoas a viverem experiências. A publicidade não é o fim, mas o início da conversa.

Mundo do Marketing: Parece que as empresas são muito fortes e ativas para comunicar uma marca, seus produtos e serviços, mas falham quando chega o momento de criar a experiência. Qual é o caminho para transformar uma marca intocável e distante em uma marca que pode ser tocada e experimentada pelos consumidores?
Marc Gobé: Acho que um projeto que toda marca deve ter é sobre conhecer quem ela é e o que ela aparenta e transmite ao público. Se olharmos o Google, percebemos que eles mudam a marca e a reformulam toda semana, através dos doodles. Eles entenderam que a marca é mais que a identidade visual, e eles não podem controlar isso. 

O Google é forte pelos seus valores e pelo quanto de inspiração que ela traz à vida das pessoas. Viajei pelo mundo estudando branding e percebi que as marcas ainda não entendem como o consumidor quer participar da conversa e como ele pode ser engajado. Provavelmente, o melhor exemplo de marca que engaja é o Google. Eles possuem uma incrível habilidade para estar na vida das pessoas e ajudá-las a melhorar. Eles estão presentes nas nossas vidas.

Mundo do Marketing: Você alerta que as marcas que não souberem dialogar e não criarem a conexão emocional com seus consumidores, podem morrer. Isso se refere a um futuro próximo ou ainda distante?
Marc Gobé: Acho que já existe um forte entendimento das empresas sobre branding, sobre a personalidade das marcas, sobre a conexão emocional entre elas e o estilo de vida das pessoas. Mas ainda precisamos reforçar que as pessoas não compram produtos, elas compram valores. 

O que as interessa em uma marca não é a linha de produtos, mas os valores. As gerações mais jovens estão muito mais interessadas no impacto que cada empresa causa na sociedade e como esta participa da vida das pessoas do que nas características dos produtos em si. Os mais jovens não querem ter uma relação meramente transacional com as organizações. Eles querem ver como as marcas participam do ambiente que as cerca. Querem que as marcas mostrem que estão fazendo algo de bom por eles e pela sociedade. Esta é uma mudança fundamental. 

As pessoas demandam marcas mais receptivas, abertas e transparentes. As pessoas querem ver significado na marcas, querem se identificar com elas. Esta identificação fará com que as pessoas gastem mais tempo e mais dinheiro com produtos cujo valores elas compartilham e acreditam. Existe uma mudança de significado em curso. As empresas precisam estar atentas a isso.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Como fazer sua empresa aparecer na internet


Antes de começar a fazer milhares de perfis do seu negócio nas redes sociais, entenda o que o cliente espera de você
Priscila Zuini, de 

Stock.xchng
Cédula de 50 reais e teclado de computador
Online: ter uma estratégia na hora de colocar sua marca na rede é primordial




























São Paulo – Os empreendedores de hoje já não cogitam ficar longe da internet. Ter uma página do seu negócio, que seja apenas com contato e endereço, é prática quase obrigatória. 

O próximo passo, para muitos, é partir para as redes sociais. “Basicamente, o que acontece com uma pequena empresa é que ela não sabe por onde começar”, diz Gustavo Braun, fundador da agência de marketing João Digital.

Para evitar este problema, os especialistas no assunto definem regras claras que são antes de explorar a web. 

“Você precisa de um objetivo claro do que será feito. Sem isso, você não sabe o que falar, não tem estratégia e não sabe medir se está valendo a pena”, explica Braun. 

Com o seu objetivo em mente, é hora de fazer sua empresa aparecer e se destacar na web.

1. Organize-se

Navegar pelo Facebook ou Twitter o dia todo pode parecer interessante e até divertido. Mas isto só vale para sua página pessoal. Quem for responsável pelo perfil da empresa nas redes precisa agir com profissionalismo.

“Não pode ser feito na bagunça, tem que ser programado. Existe uma melhor hora para postar e também o conteúdo correto. Tem que ter uma burocracia para se organizar”, sugere Braun.

Além disso, saiba coletar e interpretar os dados de sua atuação nas redes. “Saiba quais são as plataformas, como medir, prazos e senhas. Tenha tudo muito claro. Tem que ter uma burocracia para se organizar”, explica.

2. Não copie os outros

A cada semana, um novo fenômeno viral faz sucesso na internet. Quase todo mundo se pergunta por que não pensou naquilo antes.

Depois da hora, no entanto, tudo que for muito parecido deixa de ter apelo com os usuários. 

“Se você fizer a mesma coisa que a concorrência, o consumidor não tem por que te seguir. Tem que ser diferente. Não repita fórmulas”, ensina Braun.

Sua estratégia deve ser real, relevante e diferente. “Os cara geniais do marketing seguem esse tripé. 

Tem que experimentar e tentar. Vai investindo devagar e de forma estável”, sugere.

3. Tenha paciência

A internet pode dar a falsa sensação de que tudo acontece muito rápido. De um dia para o outro, seu perfil pode ter milhares de seguidores. Mas isso vale a pena? “Esses resultados rápidos são furadas. 

É mais interessante ter 5 mil seguidores e que boa parte fale com você do que ter centenas de milhares que são inativos e não vão servir para nada”, afirma.

Por isso, construir uma presença online exige dedicação e paciência. “O mundo não foi feito de uma hora para a outra. Tudo pode dar errado muitas vezes até começar a dar certo. Aprenda com seus erros e siga em frente”, sugere.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

COMO POSICIONAR SUA EMPRESA NO GOOGLE PLACES

Muitas vezes me perguntam: Como minha empresa pode aparecer nos resultados do Google Places para determinadas pesquisas?

O engraçado é perguntar isso, “de passagem”, mais de 40% das buscas tem um foco local, ainda há muitas empresas que não incluiram a busca local dentro de seus esforços de SEO para obter tráfego qualificado em seus sites.

A busca local tornou-se cada vez mais importante devido à sua presença nos resultados de busca universal. Estes resultados do Google que não se restringem aos 10 sites mais relevantes relacionados com os termos de pesquisa, mas também mostram fotos, notícias … e, no caso de estar relacionado a um, serviço de criação, negócios, etc. ”Locais”, os resultados também são mostrados através do serviço Google Maps.

Como aparecer lá … Para aqueles que estão começando, compartilhado algumas dicas práticas para otimizar a presença no Google:

1. Registre sua empresa no Google Places

O primeiro é assumir o controle de sua presença no Google Maps. Desta forma, você pode garantir que as informações sobre o seu negócio estão corretas e você tem a possibilidade de otimizá-las.

Pode ser que a sua empresa já tem uma presença, mesmo que você não tenha criado (o que pode acontecer, porque o Google Maps é bases de dados potêncial, como sites de páginas amarelas, diretórios locais, etc.) Mas a melhor coisa é a inserção manual afim de evitar erros de posicionamento.

Da mesma forma, ao se inscrever no Google Places você vai transmitir mais “confiança” para o Google, que é um fator relacionado ao posicionamento, devido à grande quantidade de spam existente.
Campos Obrigatórios:
Empresa/Organização:
Endereço Principal:
Bairro: 
Cidade:
Estado:
CEP:
Telefone Principal:
Categorias: *As categorias podem ser selecionadas durante o processo.
Descrição:

Abaixo, os outros campos que você pode especificar sobre o negócio:
Endereço de Email
Horário de Funcionamento
Opções de Pagamento
Detalhes Opcionais – Ex: Estacionamento, Marcas Oferecidas
2 -. Descrição completa do contéudo

É muito importante entrar o máximo de informação possível sobre o nosso negócio, bom e preciso uma breve descrição, incluindo fotografias e vídeos. Horário de funcionamento para o dia, métodos de pagamento, se há Wi-Fi, se há estacionamento. Quanto mais completo o perfil, melhor.

3. Você deve ter uma presença física (escritório, instalações, etc) Na área geográfica para a qual você quer posicionar

Ao inscrever-se no o Google Places é necessário indicar a localização física do negócio. Se você tem um restaurante em Vitoria e uma em Vila velha, você terá que criar dois e colocá-los na direção onde estão nessas cidades.

4. Use palavras-chave relevantes no título de seu negócio

Ao registrar sua empresa no Google Places for Business use os termos relevantes e título descritivo para o qual você quer ser encontrado. O título, por sua vez, deve ser conciso e atraente para o usuário.

5. Categorizar seu negócio corretamente

O Google Places permite que você escolha até 5 categorias que estão relacionadas ao seu negócio.

6. Opiniões sobre o seu negócio

Um dos fatores tomados como referência é o volume de opiniões que foram feitas em seu negócio no Google Maps, uma vez que indica que é “popular”. Embora a natureza das opiniões (que são positivas ou negativas) afeta a proporção de cliques que você recebe, elas não tem efeito sobre o ranking.

7. Use a página de contato do seu site como um URL para se inscrever no Google Places

Após o registro em cada uma de suas empresas cadastradas no Google Places, digite a URL da página de contato e não a página da home, embora esta opção pode parecer mais atraente e relevante.

Isto é especialmente recomendado quando você tem vários locais, neste caso, o melhor é criar uma página de contato específica para cada local dentro do site, que mostra informações sobre o endereço e telefone do local específico.

A página de contato é uma “página de destino” adequada para a presença criada no Google Maps porque esses dados locais (endereço, telefone, etc.) Tem maior relevância.
8. UTILIZAR GEO TAGS no SEU SITE

As geotags ajudam os mecanismos de busca a encontrar seu site no mapa e isto pode te ajudar nas buscas locais. As geotags são uma combinação de latitude e longitude de sua cidade. Para encontrar a latitude ea longitude de sua cidade, pode visitar :http://mygeoposition.com/ e lá você pode calcular os dados geográficos para a sua cidade ou região.

A aplicação das indicações geográficas não é difícil. Aqui está um exemplo de um site que estaria localizado No Espirito Santo:
Latitude: -20.265519 (20° 15′ 55.87” S)
Longitude: -40.420328 (40° 25′ 13.18” W)






Basta adicionar o código acima dentro das tags HEAD de seu site ou blog (modificá-las para sua conveniência).
9. DIRETÓRIOS LOCAIS E PÁGINAS AMARELAS NO SEU PAÍS

Envie seu site para diretórios locais e páginas amarelas, isso vai ajudar de duas maneiras. Em primeiro lugar, direcionar o tráfego local para o seu site. Em segundo lugar, também lhe dará alguns backlinks relevantes e isso pode melhorar a sua autoridade nos mecanismos de busca para buscas locais.

Estas são algumas dicas que você pode usar para deixar seu blog/site/empresa bem posicionado em determinada busca local, espero que tenham gostado.

Com essas dicas básicas você pode criar uma presença otimizada no Google Places e iniciar o processo de posicionamento em busca local.

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Mais de 80% das PMEs estão insatisfeitas com seus sites, aponta estudo








Pesquisa de opinião promovida pela BaseKit com pequenos e médios empreendedores mostra que apenas 16% deles se orgulham de suas páginas na Internet


Um levantamento promovido pela BaseKit – empresa de criação de sites com 500 pequenas e médias empresas revelou que 84% delas estão insatisfeitas com sua presença na Internet. 

Embora reconheçam a importância desse canal para os negócios, apenas uma em cada seis PMEs considera que têm um bom site, e 25% delas admitem ter inveja das páginas de seus concorrentes.

A pesquisa mostrou também que 11% dos empreendedores entrevistados reconhecem que seus sites utilizam tecnologia ultrapassada e descrevem sua atuação online como “pobre” ou “vergonhosa”. 

Para mudar esse quadro, boa parte dos empresários entende a importância do design e do uso de softwares avançados. Mais de 70% dos participantes do estudo acreditam que ter um site bem desenhado e funcional é importante para a sua reputação quando se trata de atrair novos clientes.

No entanto, com relação ao investimento em tecnologia, mais da metade das PMEs consultadas afirma que tem dificuldades para acompanhar as evoluções tecnológicas, principalmente quanto à adaptação de conteúdos para e-commerce, celulares e tablets. 

Atualmente, apenas 25% das empresas são capazes de processar transações on-line e apenas 9% têm sites compatíveis com dispositivos móveis.

Ao comentar sobre as mudanças que fariam em suas páginas na Internet, 32% dos entrevistados têm a intenção de aprimorar o design e 17% afirmam que gostariam de alterar e atualizar o conteúdo de seus sites pessoalmente. 

Uma parcela de 16% dos empreendedores consultados apostaria em hospedagem mais barata, enquanto outros 16% investiriam em sistemas de análise de dados mais avançados e 7%, em melhores serviços de assistência técnica.

Consciente da importância de ter uma presença on-line profissional, a BaseKit oferece soluções para que empresas de pequeno e médio porte deem um salto no universo online e mantenham sites com a melhor relação custo-benefício. 

A companhia de origem britânica oferece uma série de modelos e sugestões de estruturas de fácil operação e navegabilidade, que são compatíveis com celulares, tablets e computadores tradicionais.

De acordo com Simon Best, fundador da BaseKit, muitas empresas de pequeno porte sabem que os sites são uma janela para o mundo, no entanto, boa parte delas não acreditam que suas páginas na Internet representam corretamente seus negócios. 

“Muitas PMEs têm dificuldades em acompanhar as últimas tendências tecnológicas e têm medo de se tornarem ‘dinossauros digitais’. Para ajudá-las a evitar isso, a BaseKit oferece soluções que as deixam a par das novidades sem a necessidade de aprender linguagens de programação ou códigos. 

Tudo isso para que esses pequenos e médios empresários também tenham sites modernos e que gerem mais volume para os seus negócios”.

Metodologia

O estudo sobre a percepção das PMEs quanto aos seus websites foi realizado pela BaseKit em parceria com a Opinium Research, consultoria britânica especializada em pesquisas, em abril de 2012. 

A amostra inclui 500 proprietários de empresas com menos de 49 funcionários.

Sobre a BaseKit

Fundada em 2009, na Inglaterra, a BaseKit nasceu com a visão de revolucionar o web design e proporcionar às pessoas uma forma inteligente e rápida para criar sites. 

Com ferramentas e planos de uso, o internauta pode criar sites e publicá-los diretamente de seu navegador, sem a necessidade de baixar ou instalar softwares. 

Todos eles são projetados para serem compatíveis com dispositivos móveis e PCs tradicionais. Atualmente, a empresa trabalha com mais de 50 webhosts do mundo, empresas de telecomunicações e provedores de tecnologia. Além da atuação na Europa, ela se expandiu para o Brasil, México e Índia.

No mês passado, foi lançado o Centro de Aprendizagem da BaseKit para auxiliar proprietários de pequenas e médias empresas a se manterem atualizados em relação a inovações tecnológicas e práticas da indústria. 

O centro apresenta aconselhamento gratuito e guias on-line redigidos por profissionais especializados, para ajudar estes empreendedores a utilizar a internet a seu favor. Os artigos estão disponíveis em www.basekit.com.br.

Conheça nossa página no Facebook em http://www.facebook.com/BasekitBrasil

Nota: Release enviado pela comunicação da BaseKit

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Como serão o mercado e as aplicações das imagens de satélites?

Por Alexandre Scussel
A incorporação de imagens  de  satélites  em  ferramentas  de  análise geográfica já se tornou uma necessidade. Observar a Terra de “cima” contribui para a resolução de vários problemas, e as possibilidades  de aplicações deste tipo de tecnologia continuam crescendo.
Mas o que o futuro reserva para as imagens de satélites? 

Quais as novos modelos de negócios, aplicações e cenários futuros? 

Como escolher o melhor sensor/resolução para cada tipo de aplicação?

Para responder a questões como estas, o MundoGEO#Connect LatinAmerica 2013 convida a comunidade a colaborar na solução de alguns desafios que se impõem ao setor geoespacial. 

O evento vai acontecer de 18 a 20 de junho em São Paulo (SP) e já conta com um novo site exclusivo sobre o encontro.

Entre os destaques desta nova plataforma está uma área dedicada aos “desafios” que o evento propõe, baseados no tema “Novas ideias, grandes soluções”. 

A partir das ideias recebidas de toda a comunidade de geotecnologia, serão elaborados os conteúdos dos cursos, seminários e fóruns.

Para participar e colaborar na formatação do MundoGEO#Connect LatinAmerica 2013, acesse o site do evento:

clique em “Envie sua Ideia” e escolha o desafio que deseja responder. 

Também é possível acessar a página exclusiva do desafio “Imagens de Satélite”, e deixar sua opinião.


Global Basemap Como serão o mercado e as aplicações das imagens de satélites?
Fonte: www.mundogeo.com

Spoleto dá receita de boa propaganda na web


Escrito por  Ticiana Werneck
Spoleto dá receita de boa propaganda na web
Vídeo independente, que faz crítica bem humorada da rede de alimentação, divulga uma das ações de marketing mais inovadoras da internet brasileira
Há poucas semanas começou a viralizar pela internet um vídeo intitulado “Fast Food”, uma crítica engraçada a modelos de lanchonete como a Spoleto. 

Protagonizado pelo humorista Fabio Porchat, o vídeo mostra um atendente impaciente diante de uma consumidora indecisiva. 

Acontece que o vídeo chegou até a alta direção da rede Spoleto, e em vez de processo ou notificação judicial, a produtora do tal filme, a Porta dos Fundos (que tem entre os representantes Antonio Tabet, do Kibe Loco), recebeu um telefonema amistoso convidando para um “chope no Baixo Gávea”, local da boemia carioca.


O desfecho do papo é algo surpreendente. Com a mística do “faça do limão uma limonada”, a Spoleto não só pediu para que o nome do vídeo fosse substituído por “Spoleto” (já assistido por 551 mil pessoas), como patrocinou o canal da produtora no You Tube e encomendou uma continuação – que foi devidamente filmada na unidade de Copacabana, Zona Sul do Rio de Janeiro.

Ao entrar na brincadeira, a Spoleto vira parceira do consumidor na missão pela elevação do padrão de atendimento – ao final do segundo vídeo, inclusive, essa mensagem fica explícita. 

A estratégia é valer-se da oportunidade para ativar o SAC da empresa e tornar a experiência uma eficiente ferramenta de treinamento. O novo filme apresenta um Fábio Porchat em diferentes situações de atendimento, em que demonstra impaciência, e em treinamento no restaurante, onde tenta melhorar sua postura com uma cliente muito indecisa. 

O diretor de marketing e franquia do Spoleto, Antonio Moreira Leite, afirma em release: “Nos esforçamos para oferecer um bom atendimento nesse ambiente de conveniência e rapidez, e não queremos que os clientes se sintam tão pressionados como mostra de forma bem humorada o filme”, explica. 

Uma supersacada! Os dois vídeos você confere abaixo.
 Parte 1
Parte 2
Última modificação em Qui, 30 de Agosto de 2012 
Fonte: www.portalvarejo.com.br