segunda-feira, 28 de maio de 2012

Como cada geração usa a internet

Cópia para uso pessoal, sem fim lucrativo, não fere o direito autoral





:: Da redação*
:: Convergência Digital ::


Os crimes contra os direitos autorais e a propriedade industrial serão tratados com maior rigor se depender da Comissão Especial de Juristas que se dedica a preparar o anteprojeto do novo Código Penal. 

Entretanto, os juristas decidiram que a reprodução de um único exemplar de obra intelectual ou fonograma, para uso privado e exclusivo de quem copiar, sem intuito de lucro direto ou indireto não constitui ato delituoso.

A idéia é punir com prisão de seis meses a dois anos, além de multa, quem promover a reprodução pública ou publicação, por qualquer meio e com a intenção de lucro, de obra intelectual, fonograma ou videofonograma sem autorização do autor, produtor ou representante.

Aprovada pelos juristas em reunião na quinta-feira (24), a proposta referente aos delitos contra a propriedade intelectual permite enquadramento mais duro, por exemplo, para a reprodução pública, sem licença e pagamento de direitos autorais, de obras musicais gravadas em CDs e DVDs. Esse tipo de crime atualmente pode render ao autor meramente uma pena de três meses a um ano de prisão, que pode até ser substituída por multa.

O objetivo é o de enquadrar de forma dura hipóteses de crimes ainda não previstos na legislação vigente, mas cada vez mais comuns. É o caso da divulgação, distribuição, a venda, aluguel, ocultação e manutenção em depósito de cópia de programa de computador com o objetivo de lucro. Nesse caso, a pena sugerida vai de dois a cinco anos de prisão.

Para o presidente da comissão, ministro Gilson Dipp, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), o direito autoral estará muito mais protegido com as alterações e novos tipos penais aprovados em comparação com a atual Lei do Direito Autoral (Lei 9.610, de 1998). Segundo ele, há uma “grita da sociedade” por maior proteção a esses direitos.

- A propriedade intelectual hoje está sendo desprezada de forma acintosa no Brasil, num tempo de alta tecnologia que permite fraudes a esses direitos – afirmou.

Outra medida aprovada permitirá o enquadramento da oferta pública de obra protegida por direito autoral por meio de sinais de fibra ótica, internet ou sistema de informática, que permita ao usuário de qualquer lugar usar esse material. A comissão sugeriu pena de um a quatro anos de prisão para essa conduta, que permite enquadrar, por exemplo, a utilização indevida do material protegido veiculado por televisão a cabo de forma ilegal, popularmente conhecido como “gato net”. A mesma pena será aplicada no caso de reprodução e comercialização em larga escala de material digital, que favorecem, por exemplo, a pirataria digital.

- Entendemos que ofender o direito autoral é prejudicial ao esforço do Brasil de se construir como nação e de encorajar o pensamento, a reflexão e o trabalho artístico – comentou o relator da comissão, o procurador da República Luiz Carlos Gonçalves.

Exceção

Os juristas tiveram o cuidado de afastar totalmente a hipótese de ato delituoso na reprodução de um único exemplar de obra intelectual ou fonograma, para uso privado e exclusivo de quem copiar, sem intuito de lucro direto ou indireto. Houve debate sobre de que modo o texto deveria passar, se isentando a reprodução total ou apenas parcial da obra.

Nessa discussão, foi especialmente mencionada a situação de estudantes universitários que tiram cópias de livros para estudo. Atualmente, só é autorizada a cópia de algumas páginas e capítulos. Ao fim, a comissão aprovou uma redação que nem menciona restrição parcial ou liberação total da reprodução.

Para o professor Luiz Flávio Gomes, de todo modo a solução autoriza a reprodução total na hipótese de cópia única e sem finalidade de lucro, como já acontece hoje de maneira informal.

Plágio

Houve aumento de penas para diversos delitos contra obra intelectual, como o plágio de obras, punido hoje somente com prisão de três meses a um ano, ou multa. Na proposta dos juristas, a pena é aumentada de seis meses a dois anos. Com nova redação, o delito é descrito como o ato de apresentar, utilizar ou reivindicar publicamente como própria obra ou trabalho intelectual de terceiros.

Marcas e patentes

Na linha de maior rigor, os juristas sugeriram aumento de penas para os crimes no campo da propriedade industrial. O ato de fabricar, importar, exportar ou comercializar produto protegido por patente de invenção sem autorização do titular, por exemplo, resulta hoje em prisão de um a três meses, mais multa. Os juristas sugerem prisão de um a quatro anos, além da multa.

A utilização do design de um produto na fabricação de outros, ainda que de forma parcial, também terá pena maior, de um a quatro anos. A nova pena foi adotada ainda para a exportação, importação, fabricação ou comercialização de produto de marca registrada, como também para o uso de vasilhames, recipientes ou embalagens com marca alheia, com a intenção de induzir a erro de julgamento. Até então, a punição é também de prisão de três meses a um ao, ou multa.

A Comissão Especial de Juristas para a preparação do anteprojeto de um novo Código Penal foi criada por determinação do presidente do Senado, José Sarney, a partir de sugestão do senador Pedro Taques (PDT-MT).

*Fonte: Agência Senado

Via: Convergência Digital/ Uol

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Fundador do Tumblr vem ao Brasil para palestrar













A Media Education, agência especializada na realização de conferências com foco em marketing digital, promove na próxima segunda-feira, 28, na Escola Superior de Propaganda e Marketing - ESPM, palestra/debate com a equipe internacional do Tumblr, incluindo David Karp, fundador da rede. 

Durante o evento serão abordados aspectos ligados ao crescimento, objetivos e expectativa do Tumblr no mercado nacional.

Fundado em 2007, o Tumblr conta com mais de sete milhões de usuários brasileiros - o que garante ao País a segunda maior comunidade do mundo, e a rede recentemente ganhou versão traduzida para o português.

“Nosso foco com esse tipo de palestra é trazer conteúdo relevante ao mercado, além de gerar network e relacionamento de qualidade aos participantes”, explica João Pedro Braconi, sócio-diretor de Planejamento da Media Education. 

“Não poderíamos abrir o ciclo de palestras em melhor estilo, afinal, o Tumblr está fervendo de novidades e tem muito potencial a ser explorado”, ressalta.

A palestra será gratuita e para registrar interesse em participar do encontro basta acessar o Tumblr da Media Education e preencher o formulário. 

Não há garantia de vaga no evento, uma vez que os interessados serão selecionados por uma curadoria, que avaliará se o perfil se encaixa à palestra em questão. 

Serão 50 vagas disponíveis e a lista dos participantes escolhidos será divulgada dia 25 de maio.

Serviço

Data: 28/5

Horário: 10h - coffee / 11h às 12h30 - palestra

Local: ESPM - SP - Campus Prof Francisco Gracioso. Rua Dr. Álvaro Alvim, 123 - Vila Marina - Auditório Philip Kotler

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Internet bate jornais e já a 2ª maior mídia do mundo


Fonte: Iab Basil

Investimento publicitário no mercado digital crescerá 39%, fechando o ano com 13,7% de participação e ficando atrás apenas da televisão.




Fonte: www.e-construmarket.com.br

ADIVINHAR O QUE O CLIENTE PRECISA É UMA REALIDADE












A ciência já consegue identificar com precisão quando um produto vai emplacar ou não no mercado. 

Ao menos é o que revelam os resultados experimentais e as novas metodologias que foram apresentadas pelo professor da UNIFESP, Álvaro Machado Dias, durante o 8º Congresso Brasileiro do Cérebro, Comportamento e Emoções, realizado este mês.

Para esses resultados capazes de beneficiar muitas empresas, os especialistas deram o nome de neuromarketing, que já ganha adeptos em todo o mundo, incluindo o mercado brasileiro. 

Um dos pontos de partida dessa ciência é avaliar a percepção das pessoas acerca dos produtos a serem lançados e das propagandas, ao mesmo tempo em que as respostas cerebrais vão se mantendo mais constantes. 

“A instabilidade nas opiniões, seja em função de influências sociais ou da mera passagem do tempo, diminui a confiabilidade de conclusões de pesquisas de marketing e de estudos que visam prospectar a aceitação de novos produtos. Com o uso das técnicas da neurociência esse efeito pode ser minimizado, já que as respostas cerebrais tendem a ser mais estáveis”, explica Álvaro Dias

Ele ressalta também a existência de diversas situações em que a avaliação de preferências não pode ser realizada sem que o cérebro seja analisado em tempo real. 

“Considere, por exemplo, uma situação em que seja necessária a edição de um comercial de televisão para a produção de uma versão enxuta a ser veiculada no horário nobre: não adianta pedir para os participantes da pesquisa de marketing sinalizarem os momentos mais interessantes durante a apresentação do comercial porque a experiência estética seria quebrada e inviabilizaria a avaliação do filme como um todo. 

Assim como seria improdutivo solicitar, após o término da exposição, para eles apontarem as melhores partes, já que se sabe que nesta ocasião as pessoas tendem a escolher trechos cuja circunscrição seria mais lógica, em detrimento daqueles que efetivamente despertaram experiências afetivas mais intensas”.

Todo este entusiasmo, segundo o professor, não contraria a noção de que o campo ainda tem muito a se desenvolver. 

“Para cada situação há uma estratégia neurocientífica capaz de maximizar custos/benefícios. Conhecer a fundo isto e produzir diretrizes para melhores práticas no campo é fundamental”, complementa.

Ainda nesta linha de apontar a necessidade de novos desenvolvimentos, um aspecto importante é a importância de ir além do paradigma “localizacionista”, que associa a atividade em pontos específicos do cérebro com experiências mentais complexas. 

“Esta noção ultrapassada contrasta com a ideia de que até as mais simples atividades mentais relevantes à preferência e ao consumo dependem da ativação de redes neurais distribuídas por diversas regiões cerebrais. 

Chegará o momento em que o neuromarketing terá que se confrontar com os mesmos desafios com que se deparam os neurocientistas sociais e cognitivos, tradicionalmente preocupados com a maneira de se produzir conhecimento na área”, conclui o professor Álvaro Machado Dias.

Este futuro parece trazer inclusive um conjunto de aplicações que prometem revolucionar campos insuspeitos. Por meio do neuromarketing, por exemplo, será possível produzir desde músicas de sucesso e filmes de terror plenamente assustadores, até diretrizes para o refinamento de discursos políticos em tempo real.


Google Chrome: o o novo dono da web



A supremacia do Internet Explorer (IE) está prestes a acabar. 

Dados preliminares da consultoria StatCounter, divulgados nesta segunda-feira (21), mostram que o Chrome, o navegador criado pelo Google, conseguiu ficar um pouco à frente do browser da Microsoft em uso mundial. 

Pode ser apenas uma ultrapassagem temporária, mas uma vitória definitiva do Google será difícil de evitar. O crescimento do Chrome tem sido contínuo desde que o software foi anunciado, há três anos.


Usado por um número cada vez menor de pessoas, o Internet Explorer verá seu longo domínio virar um capítulo na história da internet. Quando o Chrome comemorar seu quarto aniversário, em setembro, já terá se transformado definitivamente no browser mais usado do planeta. A mudança vai iniciar uma nova era na web, em que a Microsoft passará para o posto de coadjuvante depois de 13 anos na liderança


Ao conquistar a maior base de internautas do mundo, a equipe do Google terá mais força para tentar definir os padrões que achar convenientes para a web, e os seus rivais precisarão se ajustar a essas regras. Rodar complexos aplicativos online ficará mais fácil e haverá mais segurança. Ao mesmo tempo, os dados de navegação da maior parte dos usuários da rede vão passar pelos servidores do Google.

O fim do reinado do IE aparece em projeções matemáticas feitas pela INFO, a partir dos números da StatCounter coletados de setembro de 2008 a fevereiro de 2012. No período, a parcela de mercado do navegador da Microsoft caiu de 67% para 36%, enquanto a do Chrome subiu de 1% para 30%. Se a tendência se mantiver, é certo que o Google chegará ao primeiro lugar em breve. O número de adeptos do Firefox, da Fundação Mozilla, tem diminuído lentamente desde novembro de 2010 e, no mês passado, ficou em 25% do total, o que o mantém na terceira posição. O Safari, da Apple, com somente 7%, avança devagar e por um bom tempo dificilmente sairá do quarto lugar.

Mas a situação começou a mudar em 2010, quando surgiram a galeria de extensões do Chrome e as versões estáveis para Mac OS X e Linux. O ritmo de adoção do browser do Google aumentou ainda mais em 2011, com a estreia da Chrome Web Store, a loja de aplicativos.

O Chrome demorou mais tempo para nascer do que desejavam Larry Page e Sergey Brin, os fundadores do Google. No início da última década, eles já defendiam a criação de um navegador, mas foram barrados por Eric Schmidt, então presidente da empresa. 

Depois de algumas tentativas, em 2006 Page e Brin montaram um time de talentos, incluindo ex-desenvolvedores do Netscape e da Fundação Mozilla, com a desculpa de que ajudariam a melhorar o Firefox e a fazer extensões do Google e de seus produtos. Foi um golpe de mestre. Com a equipe formada, criar um navegador tornou-se uma vontade do grupo. Schmidt cedeu e o Chrome surgiu dois anos depois.

Marketing de resultados - A simplicidade de uso e a velocidade do programa, presentes desde a estreia, foram fundamentais para que ganhasse terreno sobre os concorrentes. Com uma nova versão disponível a cada seis semanas desde julho de 2010, as inovações tornaram-se bem mais frequentes do que as de seus rivais.

Parte do sucesso também se deve a um investimento pesado do Google em marketing. Sempre que alguém entra no buscador pelo Internet Explorer, uma mensagem no canto superior direito sugere para o internauta baixar um “navegador mais rápido” – claro, o Chrome. A empresa apostou ainda em vídeos virais que destacam qualidades do software ou têm forte apelo emotivo.

O truque, revelado em janeiro pelo blog SEO Book, ajuda um site a subir artificialmente no ranking. Como represália, a página de download do Chrome teve rebaixado o PageRank, o índice do Google que determina a relevância em buscas.

Controle da privacidade - Não são poucos os motivos que levam o Google a querer ter o navegador mais popular do mundo. “Há muitas razões. A principal delas é que a maior parte do faturamento da empresa vem de anúncios e buscas. Tudo isso passa pelo browser. Por isso, eles precisam ter certeza de que o caminho não está sendo controlado por outra companhia”, disse a INFO David Mitchell Smith, analista do instituto de pesquisas Gartner. Líder por mais de uma década com o IE, a Microsoft é a rival a ser combatida.

Outro motivo para esse comportamento está na vontade de trazer inovações para a internet, tornando os navegadores mais versáteis. À medida que o Chrome incorpora funcionalidades, seus concorrentes também têm de se mexer e melhorar. Isso é bom para os internautas. 

Durante o longo reinado do IE 6, a web permaneceu estagnada. Com o surgimento do Firefox, mais rápido e seguro, a Microsoft foi forçada a reagir. Mas por trás do progresso trazido pelo Chrome, há o interesse comercial. “Ao transformar a web em algo mais útil para as pessoas, o Google pode mostrar mais anúncios para elas”, afirma Smith.

O Chrome envia informações para os servidores da companhia em pelo menos 15 situações, de acordo com os termos de privacidade da empresa. Não está claro se tudo isso fica armazenado remotamente, nem quanto tempo leva para ser deletado. Muito menos se apenas o browser utiliza esses dados. Quando alguém digita qualquer coisa na barra de endereços, por exemplo, o texto é mandado para o buscador-padrão, o Google, que pode autocompletar a URL ou sugerir uma pesquisa. Isso se o internauta não alterar as configurações.

Se uma pessoa usar a correção ortográfica, a transmissão também acontece. Para esclarecer esta e outras questões, INFO solicitou ao Google entrevistas com Sundar Pichai, vice-presidente sênior para o Chrome, Ben Goodger e Darin Fischer, engenheiros de software que integram a equipe de desenvolvimento do navegador. Mas o Google afirmou que seus técnicos não estavam disponíveis.

No ano passado, durante o anúncio dos resultados financeiros do primeiro trimestre, Patrick Pichette, vice-presidente sênior e diretor financeiro do Google, explicou por que o browser é importante para a empresa: “O Chrome faz a web avançar. Quando as pessoas o adotam, em vez de ficarem procurando um jeito de fazer buscas, elas têm acesso direto ao buscador do Google pela omnibox (a barra de endereços). Todo mundo que usa o Chrome torna-se dependente de nós, em relação a ter acesso ao Google”.

O investimento pesado em publicidade para promover o browser tem funcionado. Durante a mesma divulgação de resultados, Nikesh Arora, vice-presidente sênior e diretor de negócios da companhia, afirmou que 40% dos 120 milhões de usuários que aderiram ao Chrome em 2010 o fizeram por causa dos esforços de marketing. “Continuaremos a incentivar o Chrome estrategicamente, porque ele não nos traz um único benefício: causa impacto em muitos de nossos outros produtos, que funcionam como parte do Chrome. O valor de um usuário do Chrome é fenomenal”, afirmou.

Ao contrário do que ocorreu com o Netscape, que teve um fim trágico, Firefox e IE vão continuar a ser relevantes, com uma enorme base de usuários. Um dos grandes desafios do Google está em conquistar o mercado americano, ainda liderado pelo navegador da Microsoft. No Brasil, o browser do Google chegou ao topo no ano passado.

Mesmo que não atinja um grau de dominação similar ao do IE, o Chrome poderá impor novos padrões à medida que se distanciar dos competidores. Entre as mudanças defendidas pelo Google está a adoção da linguagem Dart, criada pela empresa. Ela substituiria o JavaScript para criar aplicativos.

“Tenho receio de que, com o Dart, o Google vai dividir a comunidade de desenvolvedores e fragmentar o conteúdo na web. Garanto que Apple, Microsoft, Opera e Mozilla nunca vão adicionar a linguagem a seus browsers”, escreveu Brendan Eich, criador do JavaScript e diretor de tecnologia da Mozilla Corporation, ao site Hacker News. “Então, ‘Funciona melhor no Chrome’ ou até ‘Só funciona no Chrome’ serão novas normas decretadas pelo Google."

A capacidade do Chrome de rodar aplicativos online cada vez mais complexos pode se tornar uma vantagem competitiva e forçar os outros navegadores a incorporar essa habilidade. A estreia do game From Dust, da Ubisoft, na loja de aplicativos Chrome Web Store deve ocorrer em breve.

No jogo de estratégia, o jogador assume o papel de uma entidade divina que deve salvar uma tribo. Mas o que há de especial nisso? Embora os cenários estejam em 3D, o programa roda no browser, algo impensável até pouco tempo para um jogo como esse. A equipe de desenvolvimento do Google conseguiu incorporar o Native Client ao Chrome, uma tecnologia que permite a execução de programas mais pesados.

Tudo roda no browser - A mudança abre espaço para a ideia do Google de transformar o browser em um sistema operacional. A crença de que o centro de nossas vidas será a web foi outro motivo para a criação do navegador. Sob esse ponto de vista, instalar programas é uma necessidade. A Chrome Web Store funciona como uma loja de aplicativos tradicional, com um modelo inspirado no dos smartphones. Apesar das limitações, tem dado certo. O Graphic.ly, uma plataforma online que permite comprar e ler quadrinhos, está disponível para o Chrome, mas pode ser acessada por qualquer browser.

Contra o Windows - O desdobramento desse conceito são os Chromebooks, laptops com hardware mais básico cujo sistema operacional é uma versão mais simples do Linux, capaz de rodar apenas o navegador Chrome. 

Os notebooks, que começaram a ser vendidos nos Estados Unidos em junho passado, ligam em cerca de 10 segundos, mas só aceitam aplicativos da Web Store. Além de rápidos, os computadores recebem atualizações automaticamente e usam tecnologia que os tornam mais seguros que um PC com Windows. Em contrapartida, ter uma conexão com a internet é fundamental para usar boa parte dos recursos.

A ideia do Google é competir com a Microsoft, mas, pelo menos até agora, os Chromebooks não obtiveram sucesso. Apenas quatro modelos foram produzidos, por Samsung e Acer. Isso não quer dizer que o conceito tenha fracassado. Nos Estados Unidos, a prefeitura de Orlando integra projeto-piloto com 650 laptops do Google. Os resultados têm sido bons. 

“Eles são seguros e não precisam de muita manutenção”, diz Rosa Akhtarkhavari, responsável pela TI da prefeitura de Orlando.


Google Chrome



Embora seguros, o Chrome e os Chromebooks não são invulneráveis. A empresa francesa Vupen demonstrou, em março, numa competição de hackers no Canadá, que é possível driblar um dos principais recursos de segurança do browser, o sandbox. 

“Levamos seis semanas para fazer. Queríamos mostrar que qualquer navegador pode ser comprometido se houver tempo, recursos e motivação para isso”, disse Chaouki Bekrar, presidente da Vupen. 

O sandbox funciona como uma caixa de contenção contra ameaças. Se um site perigoso é acessado, essa tecnologia impede o código malicioso de ler os dados do PC ou de se instalar no computador.

Para Bekrar, o fato de o Chrome estar prestes a se tornar o mais usado no mundo é uma boa notícia. “Como não temos visto em circulação nenhum tipo de código malicioso que se aproveite de uma vulnerabilidade do Chrome, a internet vai se tornar mais segura”, afirma. 

Mas a próxima versão do Internet Explorer, que virá com o Windows 8, promete um grau ainda maior de proteção. Pelo visto, a guerra dos browsers ainda está bem longe de terminar.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

44% dos internautas dependem das redes sociais para manter amizades



Amigo da web













Nesta quinta-feira, 17, é celebrado o Dia Mundial da Internet e a Norton, da Symantec, divulgou um estudo que mostra como as pessoas atuam na rede no Brasil.

O brasileiro passa em média 30 horas semanais conectados, número superior ao global, que é de 24 horas, segundo dados do Norton Cybercrime Report 2011

Paralelamente, 39% dos entrevistados no País diz que precisa da internet para realizar as suas atividades diárias e 44% perderiam o contato com os seus amigos sem as redes sociais, ou seja, utilizam a internet para manter e resgatar seus contatos.

Somado a este contexto, a popularização dos celulares e tablets também contribui para a amplitude do acesso e compartilhamento dos conteúdos online. 

O Brasil já ultrapassou a barreira de 250 milhões de aparelhos móveis, isto é, em média, cada brasileiro possui mais de 1 equipamento. E, assim, como a internet está em qualquer lugar, as ameaças virtuais também estão por toda a parte e de diversas formas. 

A mais comum é o roubo de dados pessoais, com 28%, seguida pelo mapeamento/rastreamento do usuário, com 25%, segundo o último estudo da Symantec Internet Security Threat Report.

O número de armadilhas móveis difundidas por hackers aumentou drasticamente em um ano: de 163, em 2010, para 315, em 2011. 

Porém, diante destas incursões maliciosas, apenas 14% dos aparelhos estão imunizados com aplicativos de segurança, sendo que 36% dos usuários de plataforma móveis acessam à internet pelo aparelho, ou seja, mais suscetíveis aos perigos virtuais.

“A internet abriu possibilidades para que as pessoas se mantenham informadas e conectada, além de facilitar o dia a dia. 

Porém, infelizmente, também abriu precedentes para que cybercriminosos atuem de formas variadas com a finalidade de roubar dados, senhas, documentos e fotos”, ressalta a especialista em comportamento digital da Norton, Juliana Nemer.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Google explica como é o trajeto dos e-mails



Pra onde vai o seu e-mail?
FOTO: Reprodução













"Story of Send" é uma animação interativa criada pelo Google que conta a história do trajeto do seu e-mail uma vez que é enviado. 

O site explica passo a passo todos os processos e caminhos que a sua mensagem percorre até chegar ao destino. 

A criação faz parte do "Google Green", por meio do qual a empresa divulga seus projetos e produtos sustentáveis. 

"Nossos centros de dados são alguns dos mais eficientes do mundo, usando 50% menos energia que os centros comuns," afirma a mensagem. 

"Quando podemos, compramos energia verde de fazendas eólicas localizadas perto dos nossos centros de dados (...). 

Além de investir em outros projetos, o que nos ajuda a diminuir o nosso impacto sobre o meio ambiente", explica o Google.

As informações são do Mashable.

Redação Adnews


Inovação e eficiência desafiam as empresas brasileiras

Convergência Digital - Cobertura Especial CeBIT 2012 


Os avanços da Tecnologia da Informação impõem a reinvenção dos modelos de negócios das corporações brasileiras.

Tendências como computação na nuvem, mobilidade, big data e análise de informação exigem novas frentes de trabalho e uma postura mais arrojada dos executivos, destacou o CTO da IBM Brasil, José Carlos Duarte, que realizou a abertura da BITS 2012, em Porto Alegre, ontem (terça-feira, 15/05), em Porto Alegre.

Durante a sua apresentação, o executivo enumerou que, hoje, tendências tecnológicas movimentam o mercado.

São elas: computação na nuvem, virtualização, social business, mobilidade, big data, analytics, IBM Watson, interação homem/computador, sustentabilidade;TI verde e consumerização de TI. 

Duarte assumiu que a TI está em mutação e o CIO precisa se adequar aos novos tempos. "Não adianta proibir o uso de dispositivos pessoais no dia-a-dia da empresa. É preciso se criar políticas para se beneficiar desse momento", destaca o CTO da IBM Brasil.

Também falou da necessidade de as empresas adotarem as mídias sociais como ferramentas de negócios lembrando a agência bancária criada pelo Bradesco, no Facebook, e o uso da computação na nuvem pelo Banco Santander.

E deu um conselho aos empresários nacionais: Fiquem atentos aos movimentos dos seus rivais. No caso da informação, uma dica: Trate bem o seu dado. Ele é o seu diferencial competitivo. Assista a entrevista exclusiva de José Carlos Duarte à CDTV, do Convergência Digital, concedida durante a BITS 2012.



Fonte: Convergência Digital/Uol

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Estratégias de Marca Pessoal nas Mídias Sociais

Este artigo irá mostrar algumas estratégias de marketing e de marca pessoal redes sociais e outros canais de mídia social, pois muitas vezes me fazem perguntas sobre este tema em minha conta no Twitter.


Um blog é um importante veículo de comunicação, disseminação de informação e interatividade, nesta perspectiva a postura pessoal de cada blogueiro bem como um bom relacionamento interpessoal é essencial para que a pessoa consiga transmitir suas ideias e seja bem aceito no meio. 

Existem algumas coisas que você pode fazer para se tornar mais atuante, mais interativo e ter uma imagem mais positiva na blogosfera.

Marketing Pessoal é um conjunto de estratégias para aumentar a consciência da marca pessoal, ou seja, uma pessoa.

A marca pessoal, ou chamado de Personal Branding, é considerar a pessoa como uma marca. A marca pessoal deve ser criada, comunicada e propagada, a fim de diferenciar com relação a outras pessoas, que irão alcançar maior sucesso nas relações sociais e profissionais.

O processo de Marketing Pessoal pode ser dito como “saber vender” e seu desenvolvimento requer o uso de técnicas semelhantes às de qualquer processo de marketing e vendas de produto.

O Marketing Pessoal sempre foi muito utilizado por celebridades, escritores de livros, políticos. Mas graças a redes sociais e outros canais de mídia social, você e eu podemos fazer.

Os principais benefícios de Marketing e Marca Pessoal são:

Mostrar transparência, honestidade, autenticidade, coerência e integridade.
Confiança.
Gerar uma impressão positiva.
Disseminar o conhecimento e habilidades.
Criar prestígio e reconhecimento.
Gerar posição como influenciador.
Faça a diferença em comparação com seus outros profissionais.
Oportunidades que os outros não percebem.
Efetiva transferência de nossos interesses.

Considere os passos necessários para uma Estratégia de Marketing Pessoal:

É importante conhecer a si mesmo, por isso eu recomendo o seguinte:

Identifique sua paixão. Paixão é fundamental para o processo de marketing pessoal e como irá ajudá-los a ter sucesso no processo. Para isso, é essencial que o tema escolhido para o seu blog seja algo que você goste.

Pergunte a si mesmo estas perguntas: Quem é? O que você pode fazer? O que você faz melhor? O que tem a oferecer? Quais são seus valores pessoais, como a comunicação?

Você deve selecionar o nome que você está indo para o trabalho. Algumas recomendações para este nome são:

Curto o quanto possível.

A leitura deve ser anexada facilmente ao seu nome.

Evite abreviações não usuais.

Para verificar a disponibilidade de usernames recomendo a ferramenta: Namecheckr.com

Se o nome estiver ocupado em alguns canais podem fazer uma pequena alteração do nome para esses canais.
Chances de aparecer no Google por determinadas pesquisas ou quando pesquisarem o seu nome.

Eu sugiro a criação do nome do blog com o nome selecionado na seção anterior. Um aspecto fundamental do blog é criar um conteúdo de valor agregado para o seu público-alvo e mantê-lo amigável para os mecanismos de busca. 

Eu recomendo evitar artigos superficiais, que podem criar expectativas que não podem ser cumpridas.

Algumas sugestões para um blog estruturado:

Integre o seu blog com plataformas de mídia social através de widgets, ícones e outros;

Deixe comentários em outros blogs e respostas aos comentários que você recebe em seu próprio blog;

Adicione um botão para o seu Twitter permitindo aos visitantes segui-lo com um único clique;

Adicione botões Facebook “Share” e “Like” para que as pessoas possam compartilhar facilmente o conteúdo de seu blog no Facebook;

Adicionar o botão +1 do Google para ganhar links follow dos usuários.

É recomendável que você dê sua opinião a respeito de algum assunto que aparece na sua timeline, responda os seus seguidores quando eles te mandam algum tweet, agradeça pelos #FF recebidos, agradeça pelos RTs que dão nos seus links, enfim, não vá ao Twitter só pra ler e divulgar links, socialize-se, mostre-se, fale de você, o que você pensa, suas opiniões e impressões a respeito da vida em sociedade, deixe que as pessoas te conheçam, interaja!

Eu recomendo tendo em conta o seguinte:

Crie sua página do Facebook. Esta será a principal ferramenta no Facebook e que é pública e tem uma grande capacidade de se espalhar;

Adicione o URL do seu blog para sua página do Facebook;

Faça um desenho de sua página do Facebook de acordo com o seu blog e conta no Twitter;

Escreva pelo menos 3 publicações;

Responda a todos os comentários;

Preencha todas as informações de sua página;

Integre sua página no Facebook com o Twitter, Youtube e outras redes sociais através de abas.

Sugiro tendo em conta os seguintes aspectos do Linkedin:

Criar ou atualizar seu perfil do Linkedin para descrever com precisão o que você faz para o seu público. Isto pode ajudar os seus visitantes a ver rapidamente o seu perfil e saber que você tem a oferecer.
Faça um desenho de sua conta no Linkedin coerente com o seu blog e outra conta de mídia social.
Integre sua conta do Linkedin com sua conta do Twitter.
Adicione um link para seu site, blog, seu perfil do Linkedin.
Adicione um link para seus outros perfis de redes sociais, incluindo Facebook.
Criar um grupo relevante para o seu nicho.
Responda às perguntas de outros membros da comunidade Linkedin.
Faça perguntas para a sua comunidade Linkedin.
Siga suas empresas favoritas.

Sugiro tendo em conta o seguinte no Youtube:

Criar um fundo personalizado no Youtube com as informações chave sobre você.
Inscrever-se para outros canais do Youtube do mesmo nicho.
Crie vídeos que incluem conteúdo de valor agregado.
Inclua o URL do seu blog no título e descrição do vídeo.
Adicione tags/palavras-chaves relevantes ao seu público, conteúdo e nicho.
Crie listas de favoritos e conteúdo relacionado a seus objetivos de negócios para organizar melhor seus vídeos.

Sugiro tendo em conta o seguinte:

O Google + é GOOGLE seu conteúdo será indexado mais rapidamente
Maiores chances do conteúdo postado aparecer nos resultados de pesquisa
Graças ao botão ‘+1′, os usuários podem classificar conteúdos que podem ser do maior interesse, que por sua vez afetam os resultados do mecanismo de busca.

Enfim, este assunto permite mais desenvolvimento, mas vou ficar só com estes itens porque acredito que sejam os mais importantes para refletirmos. Tentei mostrar para vocês que muito do que fazemos nas mídias sociais reflete no que somos nela, não adianta querer que os outros tenham uma boa impressão nossa se não cuidamos da nossa imagem.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Folha ultrapassa a marca de 900 mil fãs no Facebook


A Folha ultrapassou no último final de semana a marca dos 900 mil fãs em sua página no Facebook.



Com isso, o jornal consolida sua posição como um dos mais seguidos do mundo na maior das redes sociais --uma relação encabeçada por publicações como o britânico "The Guardian", o americano "The New York Times" e o indiano "Times of India".

página da Folha no Facebook publica vários links para reportagens, posts de blogs e vídeos, incentivando o debate de diversos temas entre os seguidores.
O jornal foi o primeiro a adotar a "linha do tempo", implantada neste ano pelo Facebook. Com isso, é possível conferir os destaques dos 91 anos de história da Folha.

E, desde ontem, os blogs da Folha exibem tanto os comentários feitos no site do jornal quanto os escritos nos respectivos posts linkados dentro da rede social.

O Facebook já tem no Brasil sua segunda maior base de usuários, segundo a SocialBakers, empresa de marketing digital que monitora os números da rede social. São 46,3 milhões de pessoas usando a rede no país. 

A liderança é dos EUA, com 157 milhões. Depois do Brasil, aparecem Índia (45,8 milhões) e Indonésia (42,2 milhões).

Além do Facebook, a Redação da Folha mantém perfis em outras redes sociais, como oTwitter e o Instagram.

Foi no Instagram que o jornal promoveu no último final de semana um concurso de fotos sobre a Virada Cultural, que levou milhões de pessoas às ruas de São Paulo.

As redes sociais se somam a diversos outros canais criados dentro da Folha.com para aumentar a interação entre os leitores e o jornal.

O último deles, implantado no mês passado, é o "Paute a Folha", um formulário que permite ao internauta enviar uma sugestão de reportagem sobre algum tema destacado pela Redação.

Graças a essa nova ferramenta, foram respondidas várias dúvidas de leitores sobre as mudanças em curso nas taxas de juros cobradas pelos bancos, em duas edições do Folhainvest.

Além do "Paute a Folha", há vários outros caminhos para interagir com o jornal, agrupados no Painel do Leitor.



segunda-feira, 7 de maio de 2012

Rodrigo Jonas Fragola - Redes sociais: realidade concreta




Enviado por  
Rodrigo Jonas Fragola, CEO da Aker, dá sua opinião sobre a presença das 
novas mídias nos ambientes corporativos

Como deve ser o papel da empresa e sua utilização pelos funcionários.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Consumidor dita o ritmo do setor


De acordo com uma pesquisa global do Gartner, CIOs entrevistados classificaram a gestão de relacionamento com o cliente (CRM) como a oitava prioridade tecnológica para 2012. Em 2011, o CRM estava classificado em 18º lugar dentre as tecnologias. 



Esse movimento mostra a importância das estratégias de conhecimento do cliente, o que exige do varejista a necessidade em se adaptar aos novos tipos de consumidor digital, munido com tablets e smartphones.

Na visão de Vasco Crivelli Visconti, CTO e COO da Brands Club, conhecer verdadeiramente o cliente é um dos maiores desafios do varejo, principalmente com as rápidas mudanças nos perfil do consumidor com acesso ampliado às informações. “Esse gargalo é tecnológico e analítico, mas também é uma oportunidade para o varejo. Nós investimos muito em recursos e esforços para entender bem nosso consumidor e já percebemos claramente os benefícios quantitativos em conversões de venda”, diz.

O executivo ainda acrescenta sobre a importância da infraestrutura tecnológica no varejo online para gerir grandes quantidades de informações. “A busca pela eficiência nos leva para a inovação em TI, logística, sistemas de distribuição, ERPs e ferramentas analíticas. São os primeiros passos para a convergência entre o varejo físico e o virtual”, acrescenta Visconti.

Para ele, a loja ainda tem prósperos anos pela frente, porém, o comércio eletrônico vem ganhando mais adeptos no Brasil e o mobile será um diferencial nessa questão. “O e-commerce é uma forma diferente de comércio com novas possibilidades de compra e venda. O consumidor é quem sai ganhando com mais acesso aos produtos que antes eram reservados para a elite. Ou seja, o cliente sempre dita o ritmo do setor”, acrescenta.

Inovação

No caso da Dafiti, o ritmo acelerado do varejo exige investimentos em TI, principalmente nas questões de conhecimento do cliente e gestão de negócios. “Desde o momento em que o nosso cliente entra no site conseguimos rastrear seu perfil e converter muitos acessos em vendas. Trabalhar com esse excesso de informação e traduzir isso em venda concreta é o nosso maior desafio”, diz Rodrigo Rodrigues, diretor de TI da empresa e acrescenta que a Dafiti vem buscando ferramentas tecnológicas para ganhar maturidade no atendimento.

Segundo o diretor, a TI entrou como fator fundamental para a evolução dos negócios automatizando boa parte dos processos com soluções de medição de performance e tomadas de decisão. “Isso trouxe um grande salto de maturidade para nós, temos altos índices de satisfação dos nossos clientes”, completa.

A inovação é um ponto em que os dois executivos concordam. Assim como Visconti, Rodrigues acredita que as estratégias de inovação no varejo podem garantir melhor performance tanto para a gestão interna quanto para o gerenciamento de ofertas e análise de informações importantes para o marketing e vendas. “Contamos com um departamento de inovação tecnológica para facilitar a vida do nosso e-consumidor. É grande a nossa expectativa de crescimento para esse ano”, conclui.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Björk e Instagram ganham "Oscar da internet"


Prêmio tem 130 categorias














Os ganhadores da 16° edição do “Oscar da internet” foram revelados nesta terça-feira, 2. Entre os principais ganhadores do Webby estão Björk e Louis C.K.; Instagram e Facebook também receberam prêmios. 

A cantora Bjork conquistou o reconhecimento pelo álbum aplicativo “Biophila”. Ele foi considerado o primeiro do mundo a seguir o modelo, uma “inovação criativa no universo digital”, segundo a organização do evento. 

O “Person of the Year” foi destinado a Louis C.K., concretizador de “um novo precedente na distribuição” de projetos digitais. O foco é na comédia “Live at The Beach Theater”, que poderia ser vista por cinco dólares através do seu site.

O Instagram, aplicativo de fotos comprado recentemente pelo Facebook, receberá o “Webby Breakout of the Year”, como destaque do ano.

No quesito avaliação do papel da internet em “possibilitar e abrigar o desenvolvimento político e social”, o Facebook foi campeão. O ganhador do prêmio especial superou o Twitter, YouTube, Kiva e Change.org. 

Pinterest, Google + e Spotify também estão ganhadores. 

Veja mais destaques:

• O Museu de Me : Melhor Uso de Publicidade Interativa em Mídia Social
• The Sound of Football : Melhor Publicidade Interativa de Realidade Aumentada
• Mashable : Melhor Blog - Site de Negócios
• Take This Lollipop : Melhor Marketing de Guerrilha Online & Inovação de Publicidade Interativa
• TED.com , que ganhou uma série de Webbys incluindo o prêmio Voz do Povo para melhor site de Educação. 
• Dropbox (4) : Webby Award e Voz do Povo para Melhor Website e Webby Award e Voz do Povo para Melhores Serviços e Aplicações Web
• The 21st Century Beetle - Rock 'n' Scroll (4): Prêmio Webby Award e Voz do Povo para Melhor Website de automóveis e Webby Award para Melhor Navegação / Website Estrutura

Melhor Design Visual
• Counterspill (3) : Webby Award e Voz do Povo para Melhor Website de Ativismo e um Webby Award de Melhor Site Verde
• Draw um Stickman (3) : Webby Award e Voz do Povo para a Melhor Utilização de Animação ou site motion graphics e Prêmio de Melhor Voz do Povo de Publicidade Interativa - Marketing Viral
• Skype (3) : Webby Award e o Prêmio Popular de Melhor APP VoiP Mobile (tablets e todos os outros dispositivos) e o Prêmio Popular de Melhor APP de voz e câmera móvel 
• Super 8 (2) : Webby Award de Melhor Uso de Camera Device Mobile & Aplicativos e Melhor Espetáculo (dispositivos portáteis) Mobile & Apps

Vencedores do Prêmio Webby Award e Voz do Povo:
• United States Holocaust Memorial Museum : Melhor Site de Instituições Culturais
• BabyCenter : Melhor Website Família / Paternidade
• Mint.com : Melhor Site de Serviços Financeiros
• NASA : Melhor Website de Governo

A cerimônia de entrega será realizada em Nova York no dia 21 de maio, transmitido pelo site webbyawards.com, às 16h30. 

O Webby é dividido em 130 categorias. Biz Stone, co-fundador do Twitter, Arianna Huffington e o inventor do celular, Martin Cooper, indicaram os vencededores do Prêmio Webby e os internautas decidiram os ganhadores do Prêmio People Webby. Foram quase 1,5 milhões de votos de mais de 200 países. Confira a lista completa

Com informações do IDG Now!

Walmart.com lança plataforma para celular

Escrito por Redação


No que depender da rede varejista, a compra via m-commerce se tornou uma realidade

Hábito já comum nos Estados Unidos e Europa, fazer compra via celular começa a virar realidade também no Brasil. O site de comércio eletrônico do Walmart, por exemplo, inovou com o lançamento de sua plataforma mobile (m-commerce).

Assim como no e-commerce da rede nos EUA, a subsidiária brasileira aposta em ações diferenciadas para a iniciativa. Em parceria com a VTEX e a Fingertips, empresa do Grupo.Mobi, o novo endereço já pode ser acessado de qualquer smartphone. 

“A compra no comércio eletrônico, por meio de aparelhos móveis, ainda é pouco representativa no Brasil, mas o crescimento é exponencial. 

Não temos dúvida de que é um processo irreversível e o lançamento dessa versão mobile é apenas o primeiro passo de várias novidades que pretendemos trazer aos clientes que optarem por nos acessar através de seus smartphones e tablets”, explica Flávio Dias, vice-presidente do e-commerce do Walmart Brasil. 

A nova plataforma apresenta estratégias diferenciadas para os usuários, como a facilidade de navegação - o sistema de busca, por exemplo, é exatamente igual ao da loja virtual tradicional. 

Um dos destaques do m-commerce também é a recuperação do carrinho de compras - quando o cliente interrompe o processo, ele recebe um e-mail que resgata os itens selecionados e avisa que a compra não foi finalizada. Com isso, a plataforma mobile se mostra mais eficiente, já que a pessoa pode ter acesso ao celular de qualquer lugar e pode efetivar sua compra.

“Desenvolvemos a estratégia e criamos toda a interface, wireframe e layout pensando no usuário, que poderá navegar pelo mobile site de forma simples e intuitiva. 

Além disso, o m-site segue as recomendações das melhores práticas de mobile commerce, que visam a melhor experiência possível ao usuário, independente do tipo da interface que ele utilizar”, detalha Flavia Biasotto, sócia-diretora de atendimento do Grupo.Mobi.