sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Redes Sociais - 10 dicas de como utilizá-as para gerenciar equipes !

Confira as orientações de uma especialista para ajudar sua política de gestão em tempos de Web 2.0.
O ano de 2010 promete grandes rupturas. Depois de um momento de crise internacional, há uma expectativa de que as empresas apostem em novos modelos de negócio e, ao mesmo tempo, valorizem mais os profissionais que estejam preparados para mudanças.
Dentro desse contexto, os gestores de TI, bem como de outras áreas, terão de aprender a utilizar as redes sociais para gerenciar suas equipes, defende a fundadora da consultoria de negócios RiverFork Consulting, Melissa Dutmers. Para ela, a Web 2.0 oferece uma série de ferramentais para reter talentos ou aumentar a produtividade e que, necessariamente, precisam estar no radar dos executivos.
A seguir, Melissa faz uma lista de qual o caminho para que o gestor transforme as redes sociais em aliadas e, por consequência, consiga ser encarado como um agente de mudança pelas organizações:
1. Tenha um blog – Quando se trata de uma grande empresa ou de departamentos com muitos colaboradores, um blog pode ser a alternativa ideal para entrar em contato com as pessoas. É claro que se comunicar pessoalmente é muito mais eficaz para formar um vínculo com os colaboradores, mas é preciso perceber que não existe tempo hábil para isso, principalmente se levarmos em conta que – embora muitas organizações não saibam – os gestores também têm vida pessoal. A ideia do blog é estender a influência além das fronteiras geográficas representadas por salas, andares, unidades de negócios, cidades e países.
2. Seja transparente – Todos sabem que um alto executivo não pode dizer publicamente o que sabe, mas eles têm a missão de se apresentarem como pessoas reais e comuns. Para isso, a dica é: deixe seu posto de lado por um instante e expresse no blog quem você realmente é por trás do título de liderança na corporação.
3. Conte histórias nos blogs – Não há nada que prenda mais a atenção de um leitor do que uma boa história.
4. Incentive o diálogo – É importante que os gestores façam perguntas nos blogs, respondam a questionamentos e mostrem que realmente são eles mesmos quem gerenciam o site e, além disso, que estão preocupados com as impressões e dúvidas de suas equipes.
5. Realize enquetes – Mesmo que não sejam uma grande ferramenta de comunicação, as enquetes são ótimos parâmetros para que os líderes identifiquem qual, exatamente, é o perfil de seu público mais atuante.
6. Não seja um fantasma – Algumas pessoas reagirão negativamente à iniciativa do blog, bem como a alguns textos postados. No momento em que expressarem descontentamento, é importante que os executivos mantenham o diálogo com essas pessoas. Isso porque, dessa forma, mostrarão que podem argumentar e que ouvem as opiniões contrárias às suas.
7. Demonstre – Nada é mais marcante do que uma imagem. Por isso, é interessante que os “blogueiros executivos” postem vídeos em suas páginas. Uma boa sugestão é a de que entrevistem outros gestores da mesma companhia sobre determinados temas de interesse do público e divulguem no blog.
8. Peça ajuda – É normal que os gestores não estejam familiarizados com as tecnologias colaborativas. Assim, é válido que peçam o auxílio de funcionários mais jovens, demonstrando humildade e reconhecimento dos talentos alheios.
9. Reconheça publicamente – Depois de auxiliados, os líderes devem postar algum comentário reconhecendo em público quão importante foi o apoio daqueles que o ajudaram. Nada é mais gratificante do que o reconhecimento.
10. Vá em frente – As iniciativas às vezes demoram um pouco para cair nas graças do público, por isso é importante que os executivos não desistam do blog e utilizem-no como ferramenta para liderar as mudanças que serão necessárias em 2010.
Fonte: Computerworld

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Otimizando seu Blog para os Buscadores – Parte 2

Olá pessoal! Estamos aqui para terminar a nossa série de dois artigos com dicas para otimizar o seu blog nos Buscadores.

Pra terminar falaremos sobre escrita para a web, linkgem dos post, artigos relacionados com o conteúdo do seu blog, spam, trackbacks e comentários.
Então vamos às outras dicas.
– Escrever bons post.
Não faça post muito longos. Use parágrafos, pontos, vírgulas, e tente manter o leitor interessado e não confuso e perdido com o que está lendo, existem várias Técnicas de Como Escrever para Web, vale apena conferir.
- Links, links, links.
Se você está escrevendo algum artigo relacionado, por exemplo, SEO, procure descrever o texto de forma que você consiga link-lo com outros artigos do seu blog, lembre-se dos fatores on-page para o posicionamento.
- Otimizar o texto do link.
Quando você link para um outro post de outra pessoa, ou mesmo para outros posts do seu blog, certifique-se de colocar o link com um texto que seja descritivo e não “clique aqui” ou similares.
- Use widgets ou plugin de posts relacionados.
Impede que os post fiquem enterrados no blog, ou seja, é uma forma de você oferecer ao leitor outros post antigos que tem haver com o seu post atual. Isso ajuda os mecanismos de busca levarem em conta esses post novamente
– Use o ping para outros sites.
Use o serviço de ping para notificar os novos posts que você escreveu. Use TotalPing e o Ping-o-matic para pings em massa.
- Administrar os spam, Trackbacks e comentários.
Não queira que o Google ou o Yahoo encontrem links de spam em seu site ou links de sites de baixa qualidade enviado por um spammer.
- Use uma boa estrutura de URL.
Não use permalinks como www.tublog.com/?p=123. Em vez www.seuublog.com/seo/titulo_del_post. Os permalinks fazem com que as palavras-chave para as quais você pretende rankear sejam repetidas (beneficamente) em mais um local, além de melhorar a qualidade de leitura dos seus visitantes.
Deixo um exemplo de Permalinks que podem ser usados:
/%category%/%postname%.html
ou
/%category%/%postname%/
ou
/%category%/%postname%
ou
/%postname%.html
- Utilize bem as categorias
Ao escrever um post, coloque-o em 1 a 3 categorias diferentes relacionadas com o post. Muitos utilizam esse quesito de colocar em mais de uma, eu particularmente coloco em apenas uma.
Então mãos à obra !

Otimizando seu Blog para os Buscadores – Parte 1

Ter um blog para falar sobre seu assunto favorito é tão simples, como escrever algo que você gosta e sabe. Para isto  basta apenas instalar o WordPress ou Blogger e começar a escrever o seu blog. No entanto, muitos dos blogs existentes hoje na blogosfera ignoram alguns conceitos-chave para atrair e reter mais visitantes até mais do que as técnicas de SEO.

Otimizar nosso blog para os leitores e  para os mecanismos de busca (Google, Yahoo, BING etc, devemos ter cuidado para não otimizar o blog apenas para os mecanismo de busca como muitos “gurus” pensam), então decidi escrever este artigo com cada um dos pontos que considero essenciais e explicando o que significa cada um.
- Uso de Feeds RSS.
Verifique se seu Feed RSS está disponível e visível para todos os visitantes. Deixe disponível no mínimo 10 Feeds para leitura na mesma pagina. Chame o visitante para assinar o feed com imagens ou qualquer outro ícone.
- Use ícones para oferecer a subscrição de RSS.

Identificar as fontes de subscrição claramente com ícones conhecidos para que os usuários que estão habituados a esses botões os identifiquem rapidamente.
- Ofereça uma assinatura para os posts via e-mail.
Muitas pessoas ainda não estão acostumadas ao uso de feeds. O FeedBurner oferece um serviço gratuito com o qual você pode oferecer assinaturas via e-mail. Cabe a você decidir utilizar ou não.
- Decidir entre o uso total ou parcial feeds.
Esta é uma decisão pessoal e você decide qual combina com você de acordo com o tema do seu blog. Pode decidir oferecer um feed completo com anúncios e um parcial sem publicidades. Eu particularmente prefiro deixar exibir todos os feeds pois muitos usuários não gostam de estar lendo e quando chegar no final estar escrito “ Continuar Lendo”.
- Não use combinações de cores ruim.
Não escolha muitas cores, as cores com tons escuros não são recomendadas. O  fundo preto, não é tão chamativo como o amarelo, pense num esquema de cores que seja agradável à experiência do usuário e que vá de acordo com a temática do blog .
– Escrever introduções chamativas para os posts.
Se você usa resumos para exibir seus posts na página principal do seu blog (é aconselhável fazê-lo para muitos assuntos) assegure-se que, além do descritivo, ele também desperte o interesse do leitor para ler o post completo, isso é o mais importante. A Exibição de resumos na home ao invés do post todo , é recomendada porque você evita o conteúdo duplicado e de ser penalizado pelo Google.
– Atualização do blog
Isto é de extrema importância para o posicionamento e para que o Google leve seu blog mais em conta, porque, quanto mais freqüente é a atualização do seu blog, mais visitas o Googlebot vai fazer ao seu blog, este é um fato comprovado.
- Escolha uma fonte clara
Use uma fonte que seja legível para todos os navegadores, muito blogs utilizam fontes raras, devemos saber que nem todos os leitores têm a mesma fonte do seu blog instaladas em seus navegadores, com isso o navegador, não encontrando a mesma fonte  usará outra fonte para substituí-la, o que estraga a aparência do seu blog. Use uma fonte padrão em um tamanho padrão. Recomendo Arial ou Verdana tamanho 10.
- Não se esqueça de navegabilidade.
Não use apenas links para a página inicial. Sugestão: Use técnicas, tais como: posts recentes, mais lidos/visitados/comentados e categorias na barra lateral para incentivar as visitas dos leitores.
- Não utilize muitos widgets
O uso excessivo de widgets como Flickr, Last.Fm etc, deixam o servidor mais down. Não sacrifique o tempo de carregamento do seu blog só porque alguns widgets são bonitos , esse widgets não são úteis para o leitor.
– Otimizar os títulos
Certifique-se em  ter um bom título para o post, porque é a primeira coisa que aparece nos resultados de pesquisas e não o nome do blog, e também é a primeira coisa que desperta o interesse do leitor. Um bom titulo representa 90% do post. Os mecanismos de buscas seguem essa ordem.

Eleitores têm internet e celular !

Fórmulas antigas de campanha presidencial já não são receitas infalíveis de sucesso.
A primeira pessoa que me fez reparar na então ministra Marina Silva foi a minha tia Márcia, geógrafa, doutora em educação indígena, que, na época, estava trabalhando no Ministério do Meio Ambiente. Meu tio Paulo, agrônomo, com seu jeito reservado, também falou da Marina com admiração especial.
Tenho pensado muito neles nesses últimos dias, desde a semana passada, quando fui convidado e aceitei o desafio de participar da equipe de comunicação que acompanhará a senadora de agora até o final da campanha presidencial em setembro ou outubro deste ano.
Estou muito contente pela oportunidade de me integrar a uma equipe diferenciada para atuar usando as mídias sociais para um projeto em que eu acredito.
O cenário é promissor. Será a primeira eleição no Brasil em que a lei eleitoral não inibirá (tanto) o uso da internet nas campanhas. Some a isso o fato quase 60 milhões de brasileiros estarem usando a rede e de existirem mais de 150 milhões de celulares ativos no país. Isso significa que as fórmulas antigas de campanha já não são receitas infalíveis de sucesso.
Eu poderia falar de muitas formas, apresentando detalhes e recorrendo a jargões, sobre a nossa proposta para a utilização de ferramentas de mídia social, mas ela se resume a dois elementos: escancarar os canais para escutar a sociedade e, junto com isso, ajudar as pessoas que quiserem participar voluntariamente deste esforço.
É simples falar assim e é relativamente simples de se fazer algo assim, mas nem todo mundo quer se dar ao trabalho ou quer correr o risco de abrir um canal sobre o qual não se tem controle. No nosso caso, isso não é uma opção nem um problema, é a nossa principal força.
Do outro lado do ringue está a TV, historicamente a principal forma para se chegar ao eleitor. Ela é muito poderosa por sua abrangência no Brasil, mas tem uma limitaçao em relação às novas mídias. Enquanto a TV é boa para reunir pessoas com interesses comuns, a Internet, além de também servir para formar grupos, ainda reduz radicalmente as barreiras para eles se relacionarem.
A visão de que o consumidor (e eleitor) é preguiçoso — não quer se envolver, não se interessa por política e prefere ficar em casa controlando a TV da poltrona — perde força na medida em que se abre a perspectiva de compartilhamento do controle.
Permitir que as pessoas participem, não da maneira como você quer, mas aceitando escutar e conversar, é o segredo mais difundido das campanhas de sucesso na Internet. E é assim que pretendemos usá-la.
Fonte: [Webinsider]

Entenda como adotar sistemas corporativos de busca !

Empresas enfrentam dificuldade para adotar ferramentas para que usuários encontrem dados. Mas desafios são mais operacionais que técnicos
Todos conhecemos bem a dor de perder uma informação vital, seja a proposta de um cliente, um documento ou um e-mail importante. Este sentimento intensificou-se neste ano, quando muitos foram forçados a vasculhar os dados deixados para trás pelos colegas demitidos. É uma pena, porque a tecnologia principal que permite a criação destes sistemas de busca existe há mais de 15 anos. Ainda assim, de acordo com uma pesquisa da InformationWeek Analytics com 552 profissionais de tecnologia de negócios, nem 25% das empresas usa qualquer tipo de sistema de busca corporativa. 
Mas essa não é a pior parte. A pesquisa perguntou quantos dos entrevistados que adotaram algum sistema de busca corporativa realmente o utilizam e se ele oferece uma busca unificada entre redes compartilhadas, banco de dados, aplicativos, intranets, sharepoints e desktops, além de consolidação com navegadores web. Dos 24% que implementaram, menos de 8% oferecem acesso vinculado a diferentes silos. Esses não chegam a 2% do total.
O que está nos segurando? A tecnologia para juntar todos os dados corporativos em um grupo coeso e pesquisável está disponível por meio de vários gigantes como Google, IBM, Microsoft e Oracle, assim como por meio de especialistas como a Automomy, Endeca e Vivisimo. Dito isto, são mais de 50 sistemas de busca disponíveis no mercado e a maioria dos fornecedores continua investindo em novas funções a serem lançadas ou adquiridas, como Microsoft/Fast e Automomy/K2. O problema não é tecnologia, mas os três Ps que prejudicam muitas das iniciativas de TI: políticas, privacidade e percepção.
"Ignorar a opção de busca em e-mails foi uma decisão política, não tecnológica", disse um dos entrevistados que trabalha em uma grande empresa que usa sistema de busca para praticamente tudo, menos e-mail. "Não temos como lidar com esse tipo de ataque em TI." Traduzindo: esta empresa resolveu cortar um sistema que tinha potencial de tornar os funcionários mais produtivos para evitar os problemas de uma possível mudança na sua política. 
O medo baseia-se no fato de que a busca em e-mail é uma das áreas mais complicadas que um CIO pode encontrar. As políticas oficiais, em quase todas as empresas, é que os correios eletrônicos são de propriedade da empresa e os funcionários não devem esperar ter privacidade, ainda assim, todos os entrevistados pesquisados limitaram a busca de e-mail em nível individual, com apenas 3% permitindo a busca dentro de departamentos ou equipes.
A não ser que você tenha um serviço de e-mail completamente integrado com seu sistema de CRM ou de ERP - algo que raramente vemos - os e-mails trocados entre funcionários e clientes, parceiros e fornecedores são mantidos em suas devidas caixas de entrada. Se você já dependeu de um antigo e-mail para reunir partes de um projeto que deu errado ou entender o porquê da reclamação de um cliente, então, você está familiarizado com as dores de cabeça que isso pode gerar.
Privacidade ou o conceito de privacidade de um usuário é um tópico que deve ser discutido abertamente. Experimente dizer algo como: "a área de TI controla as buscas" na próxima reunião da empresa e veja o telefone do RH tocar sem parar. Nós evoluímos para uma estranha dicotomia. Muitos de nós aceitam que o Google e o Facebook rastreiem todos os nossos movimentos e usem esses dados para nos vender qualquer coisa, desde estudos sobre comportamento até propagandas pay-per-click.
As pessoas passam dados pessoais, sem pensar duas vezes, em supermercados para terem algum desconto em coisa pouca. Mas fazem um verdadeiro carnaval ao imaginar a possibilidade de a área de TI ter acesso aos e-mails e às movimentações de web para tornar todos mais produtivos. Não os pagamos para isso?
Existem também questões envolvendo percepções erradas sobre o que é a busca corportativa e o que ela pode fazer pela empresa. Em primeiro lugar, busca corporativa não é uma tecnologia do estilo "implante e esqueça", não importa o que o fornecedor tenha te falado. A área de TI precisa desenvolver políticas, treinar usuários, analisar as buscas e responder mensagens como "não encontrado". Internamente, cada retorno em branco deve ser visto como um caso para o help desk, já que se trata de alguém que está, de fato, usando o sistema de busca mas não consegue encontrar o que procura. É um momento de treinamento.  
"Não é uma questão de tecnologia, mas uma questão de bom funcionamento", diz o diretor de busca de uma empresa global de consultoria que vem expandindo seu sistema há dez anos. Ele diz que o gerenciamento de resultados das buscas é ponto número um no sucesso da iniciativa, e ele sabe bem do que está falando. A principal preocupação dos pesquisados era justamente o oposto: que os usuários ficariam perdidos em meio a tantos dados irrelevantes. 
É aí que a área de TI precisa adiantar-se e procurar, entre diferentes fornecedores, um sistema de busca que possa ser integrado à infraestrutura da empresa, incluindo o e-mail. Existem muitas suítes com capacidades diferentes, mas lembre-se de que muitos destes sistemas se originaram na web, portanto, alguns podem não realizar funções básicas como integrar e conectar o Active Directory ou o Exchange com certos bancos de dados.
Caro e arriscado? 
Quanto aos custos, pode ser difícil especificar o quadro completo, especialmente se incluirmos as necessidades de e-discorevy e desktop. Os investimentos iniciais podem variar de acordo com o número de documentos e silos de dados a serem indexados. Para ter uma noção melhor do potencial do investimento, nós criamos um cenário envolvendo cerca de 2 milhões de documentos, compartilhamento de arquivos Windows e Unix, integração de servidores SharePoint e Active Directory, sites intranet adicionais, diversos Websites externos seguros e 1.500 usuários acessando o sistema. Fizemos os cálculos contrapondo dois sistemas populares, o Google Search Appliance e o Microsoft Fast ESP.
Existem também uma impressão, entre os profissionais de TI, de que os sistemas de busca corporativa representam um risco de segurança. No entanto, dispensar a busca, porque ela representa risco de segurança é uma página arrancada do manual de Barney Fife. Se não sabemos onde os dados confidenciais residem, manter as pessoas no escuro não é a resposta.
A maioria das empresas faz uma auditoria interna sobre segurança algumas vezes por ano. De repente, você já roda um sistema que invade, seguramente, sua rede todos os dias. Você acha que, um dia, a Susie, da área de compras, não fará uma busca sobre "pagamento" e encontrará a planilha com o orçamento para 2009 que foi colocada, de forma errada, em um compartilhamento desprotegido? Acidentes como esse acontecem o tempo todo. Mesmo sem busca corporativa, mas com um sistema de busca, você pode apostar que isso acontecerá sem tanto esforço do usuário final. 
É melhor ser proativo e encarar o sistema de busca corporativa como um enviado dos céus para a equipe de segurança, ajudando-os a identificar, rapidamente, erros de configuração antes que a Susie encontre dados confidenciais - acidentalmente, ou não. Além disso, mesmo que você não dê força para o sistema de busca, a maioria das empresas grandes já tem alguns sistemas pouco seguros rodando. 
Mais de 60% dos profissionais de TI entrevistados deixam que os usuários carreguem suas próprias ferramentas de busca em desktop ou não possuem regras que restringem ou controlam seu uso, o que concede permissão tácita. A Microsoft e o Google dominam o mercado de buscadores de desktop com aplicativos gratuitos que são fáceis de instalar e de usar. 
O problema é que essas ferramentas de busca em desktop podem liberar uma corrente de tráfego  em sua rede para satisfazer as necessidades de busca de um único usuário. E não é bom para área de segurança que permite isso - se você ainda não tem um sistema de busca de baixa segurança rodando em sua rede, terá, e vai doer. Cada index é único para o desktop - sem escala, não agrega resultados. Na verdade, nossos testes com ferramentas de busca de desktop mostraram um colossal aumento de 15% de tráfego, por desktop, durante a indexação inicial ou reindexação completa. Multiplique isso por 10 mil desktops. 
Até o produto de busca corporativa mais básico oferece index de banco de dados unificado com suas informações, e todos usam metodologia de indexação que quase não causa impacto no tráfego. Eles também oferecem o benefício de coleta de resultados, te repassando informações valiosas para ajudar os usuários a encontrarem o que procuram.
Afinal de contas, o termo "jobless recovery" está se espalhando conforme a recessão chega ao seu fim oficial. Conforme os negócios melhoram, os funcionários podem ficar numa saia justa. Implementar - e usar - uma tecnologia de busca é uma boa maneira de melhorar a produtividade. Se sua empresa sofreu demissões, os funcionários que continuam trabalhando estarão mais ansiosos do que nunca para adotar um sistema de busca. As chances são de que eles já sintam na pele a dor de procurar por informações que estavam na cabeça - ou nos e-mails - de colegas que foram demitidos. Hora de ajudá-los.
O primeiro passo é garantir que você tenha um bom mapa de todos seus silos de dados: arquivos compartilhados, banco de dados central, e-mail, até mesmo software como serviço (SaaS) e aplicativos em nuvem. Documente o sistema de busca disponível em cada um deles. Só assim você passará a ter noção dos ganhos potenciais que estiveram bem diante de você por anos. Antes de selecionar o novo sistema de busca, converse com os grupos responsáveis pela segurança e aplicativos e, especialmente, com os administradores.
Com o poder da busca virão as reclamações sobre o Big Brother; você precisa ter apoio.  "Antes de darmos esse passo e lançarmos a busca, pensamos apenas na produtividade", disse um diretor de TI durante nossa pesquisa. "Depois de alinhar a empresa às necessidades do sistema de busca, fomos capazes de aumentar, e muito, a velocidade com que entregamos informações às nossas equipes". 
Lembre-se: mesmo que você reforce as regras e permita busca normal de e-mail, sem um sistema sólido de arquivamento que organize as correntes de e-mail, remova duplicações e realize limpeza automática, você acabará com um monte de informação emaranhada.
A nova geração
Nós descrevemos todo o conceito de busca integrada, incluindo o rastreamento de todas as buscas em nível corporativo, para um pequeno grupo de vendedores de uma média empresa distribuidora, na Nova Inglaterra. Todos entre 25 e 28 anos. A resposta deles foi "por que não estamos fazendo isso?", então descrevemos o mesmo conceito para o CEO da empresa, incluindo como as buscas federadas, não apenas as informações de dentro da empresa, mas também permitem que a área de TI revise todas as buscas e padrões usados pelos usuários e ajuste os resultados de acordo com suas necessidades. Parafraseado sua resposta: "de jeito nenhum vou permitir que a área de TI saiba o que estou procurando". 
Sem querer transformar isso num episódio de Oprah, mas ai está ressaltada a grande mudança que vem acontecendo nos locais de trabalho e afetando as áreas de TI de diferentes formas. A próxima geração entende e gosta de computador, espera usar IM no trabalho, não entende como alguém não gosta do iPhone, e sim, quer fazer buscas na web e na rede com apenas uma janela. Você poderia se aproveitar dessa próxima geração para dar início a uma iniciativa de busca federadas (federated search)? Talvez. Fonte: Itweb

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

3º Encontro TIC em alto mar - Redes Sociais,Convergência e Direito Eletrônico !

Família, Networking, lazer e conhecimento tudo em um só lugar. Esse ano o Grupo Impacta realiza o “3º Encontro TIC em alto mar - Redes Sociais, Convergência e Direito Eletrônico: Como utilizar estas forças em sua corporação.”, com palestras e debates comandados por especialistas renomados em todos os assuntos abordados - temas de grande destaque na atualidade.


Os participantes poderão assistir aos encontros e aproveitar o espaço de lazer oferecido pelo luxuoso navio Vision of the Seas. Além disso, terão a oportunidade de acompanhar grandes nomes como Martha Gabriel, Renato Opice Blum, Lucia Filgueiras entre outros.
Mais informações:  http://www.eventosimpacta.com.br/encontrotic/home.aspx

Redes sociais impulsionarão novo conceito para aplicativos de negócio, prevê IDC !

De acordo com o vice-presidente de TI da Tiffany, as empresas precisam ainda negociar novas políticas e se acostumar à transparência da Web 2.0 antes de adotar ferramentas específicas

Qual será a próxima grande tendência em termos de aplicativos de negócio? Um relatório sobre as previsões para 2010, escrito pelo analista chefe da consultoria IDC, Frank Gens, aponta que deve surgir no mercado o conceito deaplicativo ‘socialytic’ (termo ainda sem tradução para o português). Trata-se de uma nova geração de soluções que utilizam as redes sociais e colaborativas para buscar informações relevantes para as empresas.
O vice-presidente de TI da rede de lojas de luxo Tiffany, Philip Alberta, acredita que esse novo tipo de aplicativo representa algo inevitável. Ele duvida, no entanto, que exista uma explosão no uso dessas ferramentas em 2010. O executivo acredita que as organizações precisam primeiro negociar novas políticas de uso das redes sociais e se acostumadas com a transparência desse tipo de aplicação Web 2.0 antes de utilizar ferramentas de análise mais sofisticadas.
“Com a integração entre como as pessoas trabalham, os dados que precisam acessar e os sistemas corporativos que utilizam, os profissionais ficarão mais confortáveis para manusear essas ferramentas, seja para colaboração, comunicação ou outra coisa”, avalia Alberta. Para ele, no entanto, a grande dúvida é: “Qual o benefício disso? Já que não existe ainda ROI ou casos de sucesso para uma aplicação ‘socialytic”, explica.
O documento da IDC aponta algumas áreas nas quais essas aplicações têm mais chances de sucesso, entre elas estão aquelas voltadas ao monitoramento da marca e da reputação das empresas. Alberta acrescenta que, no caso específico da Tiffany, existem reuniões regulares para discutir os benefícios do uso das redes sociais. E ele acredita que essas ferramentas vão dar mais transparência à comunicação dentro da companhia.

Descubra o que falam de você na Internet !

FUJA DAS CILADAS DA WEB
Antes de ir para a Web...
- Tome cuidado com o tipo de site que você irá disponibilizar seus dados. Cheque no Procon se alguém já teve problemas com ele.
- A princípio, nunca coloque seu email verdadeiro. Tenha um endereço específico para receber mensagens de sites aleatórios.
- Não coloque todos os seus dados pessoais na Web. Preserve número de telefone e endereço.
Você já "deu uma espiadinha" em seu nome hoje? Isso mesmo. Já monitorou o que andam falando sobre você na Internet? Uma pesquisa divulgada no ano passado apontou que 4 em cada dez adultos que buscam nomes próprios em ferramentas de busca (como o Google e o Yahoo!) querem mesmo é saber quão populares são na rede mundial de computadores.
Além de matar a curiosidade, checar por onde o seu nome, blog ou conteúdo circula na Internet é importante para garantir a boa reputação na hora de procurar um novo emprego ou apresentar-se para uma empresa, por exemplo.
Você costuma pesquisar seu próprio nome na Internet? Já encontrou algum problema?
Indicativos mostram que 25% da área de recursos humanos das empresas do mundo vão até a Internet para pesquisar informações sobre os candidatos. "Se alguém está procurando um emprego na área de educação infantil, não pode ter seu nome associado a reclamações do tipo", exemplifica Vivian Pecino, coordenadora da agência digital Enken, que oferece serviços de monitoramento de marcas para empresas.
E acompanhar de perto sua reputação na Web não é uma tarefa tão complicada quanto parece. A própria rede oferece uma lista de sites e serviços que entregam todos os locais onde o seu nome aparece, direto no e-mail. Basta acessá-los uma vez (pelo menos a maioria deles), cadastrar-se e aguardar as informações.
Uma das ferramentas mais simples para "se encontrar" na Internet é o Google Alerts, do próprio Google. Simples de usar, basta acessar a página do serviço, digitar a palavra a ser monitorada (seu nome) e determinar onde (notícias, vídeos, grupos) e com que frequência a checagem deve ser feita.
E AGORA?
MEU NOME CAIU NA "BOCA DO POVO". VEJA O QUE FAZER
BLOGUEIROS ATENTOS COM O QUE ESTÃO FALANDO DELES
Sempre que o seu nome, por exemplo, for citado na Internet, o sistema enviará um alerta para o e-mail cadastrado com a descrição e o link do site, blog ou vídeo onde a palavra-chave foi mencionada. O único problema do Google Alerts é que ele não é instantâneo. A checagem demora algum tempo e é bem provável que você só saberá por onde anda o seu nome na rede com atraso de um dia.
Outra opção é o SocialMention que varre oito categorias diferentes de notícias (entre elas blogs, comentários, imagens e notícias), mas não oferece a opção de a busca ser enviada para o seu email. Para acompanhar tudo de perto, é preciso criar um feed RSS com a palavra-chave que você escolheu. (Aprenda a usar leitores de RSS)
Os passos para a criação do feed são bem fáceis: escolha a opção "Subscribe to RSS", que fica do lado superior direito da página, e copie o endereço para um agregador de feeds —da mesma maneira que é feita com notícias comuns.
Outro serviço semelhante, que traz a opção de acompanhar onde seu nome circula usando RSS, é o Keotag. O resultado do monitoramento é bem satisfatório (até melhor que o SocialMention), mas traz um problema: das 17 opções para localização, 8 delas não são muito divulgadas no Brasil. É o caso do Reddit e o Blinklist, sites que agregam notícias de todos os tipos indicadas pelos internautas. No entanto, é possível saber onde o seu nome é mencionado no Google, Twitter, Yahoo e YouTube.
Fonte: Tecnologia UOL

Você sabe o que é Text mining ?




Text mining geralmente é definido como um processo que utiliza métodos para navegar, organizar, achar e descobrir informação em bases textuais escritas em linguagem natural. Com text mining é possível manipular mais facilmente informações não estruturadas como notícias, textos em websites, blogs e documentos em geral.
Históricamente a importância do text mining ganhou impulso a partir da década de 90, com o crescimento do armazenamento digital e da Internet (web mining). Ao mesmo tempo, analistas começaram a perceber a ausência de ferramentas de text mining para lidar com o ambiente de informações desestruturadas.

Parte importante do processo de text mining é a preparação textual, cujo objetivo é armazenar um texto não estruturado em uma base de dados estruturada. Essa operação é necessária para que um algoritmo computacional possa ser aplicado.
O desafio do desenvolvimento de tecnologias de text mining vem da necessidade de se ter conhecimentos específicos sobre áreas distintas como estatística, ciência da computação, lingüística e ciência cognitiva.
O segredo de um solução de text mining completa é combinar técnicas de Engenharia de Software, Machine Learning, Information Retrieval e Data Mining.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Guia rápido para aprender como utilizar o Twitter !

Bombando ou não, o Twitter é ainda uma coisa nova no mundo da web. Vale então fazer um guia prático para entender tudo isso. Usamos um pouco mais de 140 caracteres, mas mesmo assim é rapidinho.
Twitter
Ferramenta de microblog para criar posts de até 140 caracteres. Você escreve o que está fazendo, indica um link do que viu na web, desabafa, conta piada... tudo o que o curto espaço permitir. O endereço é twitter.com.

Tweet
É um post do Twitter.
Twitteiro
Aquele que posta no Twitter.
Seguidores (Followers)
São aqueles que leem os seus tweets. Você pode optar por deixar seus posts em aberto, ou seja, qualquer um pode ler e seguir você, ou exigir que você autorize a pessoa a ser seu seguidor.
Reply
São respostas a outros tweets. Por exemplo, alguém faz uma pergunta e você quer responder a ela. Colocando um @ na frente do login da pessoa, ela vai saber que a resposta é para ela. Se quiser enviar replies para o UOL Tecnologia, mande uma mensagem com @uol_tecnologia na frente. Se alguém fizer isso com o seu login, é um reply para você.
Mensagem direta (Direct message)
São mensagens privativas, que somente o destinatário vai ler — ou seja, não aparece na sua página. Funciona colocando uma letra "D" antes do login da pessoa. Para mandar uma mensagem direta para o UOL Tecnologia, por exemplo, digite D uol_tecnologia antes da sua mensagem.
Hashtag
Para facilitar a busca de mensagens ou buscar interesses específicos no Twitter, foram criadas as hashtags. Toda palavra com um sustenido (#) na frente, sinaliza uma hashtag. Por exemplo, para falar de tecnologia, coloque a hashtag #tecnologia. Assim, quem entrar no site Hashtags e procurar por tecnologia, pode encontrar seu tweet.  Acesse: www.twitter.com

A internet é uma mídia de oxigenação social !


A possibilidade da troca de ideias pela internet fará um acerto de contas com o passado e uma revisão profunda em conceitos já questionados mas ainda vigentes. 


Dependendo da idade, temperamento ou interesse, olhamos a mídia internet de diferentes maneiras.Os mais conservadores insistem em comparar a web com o rádio e a televisão. Dizem eles: “é mais uma normal e tradicional mudança de mídia”. Por outro lado, os mais arrojados garantem que estamos lidando com algo, digamos, “sui generis”, um fenômeno que chega às raias de algo marciano.De fato, a internet, como a chegada do rádio e da televisão, introduz uma nova mídia – isso é um fato. Mas é interessante notar que, tanto o rádio quanto a TV, que tiveram sua importância histórica nos rumos da sociedade, pois eram mídias que reforçavam e expandiam praticamente as mesmas vozes que se expressavam nos grandes jornais. Eram mídias – e são ainda – de forte controle em função dos elevados custos ou do seu fácil monitoramento.Podemos chamá-las, assim, de mídias de reforço de estruturas vigentes de poder.

A web, entretanto, não se encaixa nesse tipo de ambiente, pois ela introduz na sociedade, a baixo custo e de difícil monitoramento, a multiplicação de vozes. Não, não se trata, portanto, de algo de Marte, pois tivemos o mesmo fenômeno (algo similar) com a chegada do livro impresso, frente ao monopólio do livro manuscrito – pilar este de dominação da Igreja e da monarquia na Idade Média.

Podemos chamar, assim, a web de uma mídia de oxigenação social, que abre espaço para novas vozes. Este fato – e não a tecnologia – marca (e marcará) as mudanças que assistiremos e já estamos assistindo.

Mídias de oxigenação social abrem um terreno fértil para a troca de ideias e, portanto, para amplas mudanças.

O livro impresso libertou os escravos

O livro impresso, lembramos, viabilizou a libertação dos escravos e o voto das mulheres, “introduziu” a alma nos negros e nos índios e criou uma possibilidade de terminar uma opressão – processo que nós estamos assistindo até hoje na sociedade. Além disso, introduziu o conceito de democracia, da economia do próprio capitalismo e da ideologia hoje vigente.

A próxima civilização que se abre com a possibilidade da troca de ideias pela internet fará um acerto de contas com este passado, fazendo uma revisão profunda em conceitos hoje já questionados, porém vigentes.

Passando, por exemplo, pela ecologia, pelo lucro das empresas, pelas diferenças sociais.

Estamos à beira de um upgrade civilizacional necessário, que estabelecerá uma nova elite, em outro patamar de civilização. Elite esta que deve controlar a mídia até que uma mídia venha oxigenar a sociedade, num fluxo civilizacional, que vai entrando e saindo de mídias para outras mídias.

É isto. Muito obrigado. Fonte [Webinsider]

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

150 amigos é o limite nas redes sociais !

SÃO PAULO – Um estudo apontou que o cérebro humano é capaz de administrar, o máximo, 150 amigos em redes sociais como Orkut, Facebook e Twitter.


A pesquisa, realizada por Robin Dunbar, antropólogo da Universidade de Oxford, é baseada em números gerados em 1990, quando o especialista fez testes com primatas.
"O interessante é que você pode ter 1.500 amigos, mas, quando você olha o tráfego dos sites, é possível notar que as pessoas mantêm o mesmo circulo de amigos que gira em torno as 150 pessoas, o que ocorre também no mundo real”, afirmou o especialista em entrevista ao Times do Reino Unido.
O motivo seria a capacidade do neocortex cerebral, que não teria se desenvolvido muito em mais de 250 mil anos de evolução.
O número 150, conhecido como Dunbar Number, foi atingido durante estudos de grupos sociais em várias sociedades. Por exemplo, ele aponta que o tamanho de uma unidade do exército romano tinha aproximadamente essa quantidade de integrantes, enquanto que uma comunidade do período neolítico não poderia ir além. Algo acima disso começaria a perder a coesão.
O antropólogo ainda afirma que não adianta se gabar das centenas ou milhares de amigos nas redes sociais, já que seu número de contatos reais sempre vai girar ao redor dessa quantidade de pessoas.
As mudanças dos hábitos de consumo e do relacionamento entre marcas e pessoas fez surgir um novo consumidor: o Neoconsumidor. Ele é digital, multicanal e global, aponta Marcos Gouvêa de Souza (foto) no livro de mesmo nome lançado no fim de 2009. A obra traça o perfil deste tipo de consumidor, que pesquisa na internet antes de comprar, está antenado em tudo que acontece e tem voz para reclamar das marcas.

Existem hoje no Brasil milhões de Neoconsumidores. De acordo com uma pesquisa da GS&MD Gouvêa de Souza, no mínimo 3% e no máximo 7% das compras do varejo são feitas por pessoas com novos hábitos de consumo. A grande parte, 88%, já fez uma pesquisa na internet antes de adquirir um bem ou serviço. Eles demandam novos processos, novo design, atendimento, serviços, relacionamento, preço, condições de pagamento e informações no ponto-de-venda.

Em entrevista ao Mundo do Marketing, Marcos Gouvêa de Souza, autor do livro Neoconsumidor (foto) e sócio diretor da GS&MD Gouvêa de Souza, detalha quem é, como se comporta e o que fazer para conquistar o novo consumidor. “A um clique ele compara produtos, preços e locais de compra, fazendo com que a compra seja mais racional e pragmática”, aponta o especialista.
Mundo do Marketing: Como é este impacto no Brasil, uma vez que boa parte da população brasileira ainda não tem acesso à internet?
Marcos Gouvêa de Souza: É um consumidor multicanal, digital e mais global. A internet, o celular e a televisão interativa estão presentes no processo de decisão de compra e tem um impacto muito grande no mercado como um todo. A um clique ele compara produtos, preços e locais de compra, fazendo com que a compra seja mais racional e pragmática. Ao fazer isso, ele acaba comprando mais por menos. Isso é visto muito em países desenvolvidos, onde este neoconsumidor tem grande representatividade, mas num futuro próximo esse perfil chegará a cerca de 35% de todos os consumidores e o impacto disso é muito grande.

Mundo do Marketing: Como é este impacto no Brasil, uma vez que boa parte da população brasileira ainda não tem acesso à internet?
Marcos Gouvêa de Souza: Já temos mais de 23 milhões de pessoas no Brasil que antes de ir às lojas consultam a internet, de acordo com um estudo que fizemos para o livro. Essas pessoas têm um comportamento muito bem distinto, são mais informadas e têm mais poder para negociar e discutir sobre os produtos. Eles têm uma expectativa diferente (dos outros tipos de consumidores) do tratamento que terão nas lojas.
Mundo do Marketing: O celular já está na mão de quase toda a população braseira, mas ainda não é um canal como a internet que serve como compra. Quando isso se tornará realidade no Brasil?
Marcos Gouvêa de Souza: Estamos nos aproximando disso. O ciclo de vida do celular fará com que isso aconteça bem mais rápido do que aconteceu com a internet. O impacto que o celular terá no relacionamento com o consumidor com as marcas, com produtos, com as lojas, com a avaliação dos preços e da propaganda, será muito grande. A importância que ele dá à opinião de seus parentes e amigos na avaliação de produtos também vem se tornando cada vez mais importante.
Mundo do Marketing: As marcas estão prontas para o Neoconsumidor?
Marcos Gouvêa de Souza: Definitivamente não, até porque o Neoconsumidor está emergindo. Algumas empresas mais atentas já viram, mas outras rigorosamente não se preocupam, basta ver o sistema de relacionamento telefônico que elas oferecem.
Mundo do Marketing: Isso mostra o problema do pós-venda, que está mais latente, com os consumidores tendo meios para reclamar.
Marcos Gouvêa de Souza: As redes sociais se transformaram numa grande ressonância de reclamações de consumidores esclarecidos que influenciam outros consumidores e isso mexe com a marca.
Mundo do Marketing: Falamos das marcas, mas e o varejo. As redes estão preparadas para o Neoconsumidor.
Marcos Gouvêa de Souza: O varejo tem uma fidelidade e uma vantagem competitiva pelo fato dele estar “interfaciando” o consumidor em tempo integral e ele tem um nível de informações e uma sensibilidade para as demandas emergentes muito grandes. Isso permite que ele teste modelos em tempo real. A Tesco, na Inglaterra, por exemplo, tem um programa de relacionamento que possibilitou a criação de novos serviços e produtos totalmente orientados pela necessidade do consumidor.
Mundo do Marketing: O varejo eletrônico cresce a dois dígitos constantemente. Onde vamos chegar com o e-commerce no Brasil?
Marcos Gouvêa de Souza: A tendência é ter um claro aumento da participação do e-commerce com relação ao total do varejo. É também um crescimento na curva de experiência do consumidor. A partir de um determinado ponto, temos o consumidor que já comprou mais de uma vez e que teve uma experiência positiva que começa a concentrar as suas compras no e-commerce. Onde vamos chegar é difícil de prever, mas é fácil entender que o varejo eletrônico aumentará a sua participação na venda total de produtos.
Mundo do Marketing: Tem a nova classe média emergindo. A Classe C faz parte deste Neoconsumidor?
Marcos Gouvêa de Souza: Quando você considera que no Brasil tem 160 milhões de celulares, obviamente você já tem o consumidor da baixa renda usando o celular e, entre aqueles que estão mais dispostos a receberem mensagens e promoções, há uma parcela significativa da baixa renda porque isso significa também inserção social.
Mundo do Marketing: Hoje em dia não há limites para canais de venda. A Nestlé faz venda direta, a Miolo coloca um carrinho para vender espumante na praia, entre outros milhares de exemplos. É um caminho sem volta as marcas criando seus canais de distribuição?
Marcos Gouvêa de Souza: Exatamente. Hoje tem as lojas próprias, a sorveteria de marca, os cafés de marcas, as lojas dos fabricantes de artigos esportivos e agora a área de alimentação. O varejo está crescendo a participação de marcas próprias e não resta muita alternativa para a indústria se não criar um caminho próprio dentro do varejo por meio de canais exclusivos para poder conversar e entender o consumidor.
Mundo do Marketing: A segmentação por hábitos de consumo é uma tendência clara. Qual é o caminho para poder chegar neste estágio?
Marcos Gouvêa de Souza: O ideal é fisgar grupos mais homogêneos de comportamento que favoreçam o relacionamento, a promoção e que aumentem o nível de resposta dos estímulos que você gera. Há casos de supermercados que fazem segmentação baseado naquilo que o consumidor habitualmente tem comprado. Quando se tem uma homogeneidade maior de produtos dentro de categorias tão diversas, a segmentação por estilos de vida permite agregar outros elementos no processo que potencializam o retorno. Estamos nos aproximando da individualização do relacionamento porque se consegue definir e monitorar por um custo mais baixo o comportamento individual.

sábado, 23 de janeiro de 2010

De grátis: o segredo da gratuidade na internet !

Opinião de usuário: o conteúdo pago não combina muito com internet. O público prefere não pagar e em troca aceita ver propaganda - melhor ainda se for boa.
A frase do dia é compartilhamento gratuito de informações. Como assim? Todo meu valioso conhecimento deverá ser compartilhado gratuitamente? Com que finalidade?
Sabe aquele site que possui várias matérias interessantes, que te prendem por vários minutos? Sites deste tipo costumam atrair muitas pessoas. Agora imagine que, de um dia para outro, este conteúdo é bloqueado. Você só poderá vê-lo se pagar uma taxa mensal. Frustração.
Você pagaria? (Há muitos sites que trabalham com conteúdo pago. Não que seja errado, afinal ninguém é obrigado a sair distribuindo informações por aí.)
Mas a situação descrita acima pode (e com certeza vai) aborrecer meio mundo. A questão é que as pessoas gostam de coisas gratuitas. E gostam mais ainda quando conseguem informações de qualidade sem ter que pagar um centavo com isso.
Se você deixar conteúdo interessante, que realmente vale a pena ser lido e visto, à disposição de qualquer um, pode ter certeza que muitas pessoas virão ver.
Então o dono do site, ou blog, que disponibiliza o conteúdo totalmente “free” simplesmente faz isso porque gosta? Não há intenção de ganhar dinheiro com isso. É isso?
Não. Não é isso. Como dito, conteúdo interessante gera visitas. Visitas chamam atenção. Se você conseguir atenção o bastante, bingo. Encontrou a mina de ouro: a propaganda.
Sim, quando há um tráfego muito grande de gente buscando o seu conteúdo, anunciantes te olham com bons olhos. É claro que eles querem suas marcas onde podem ser vistas, onde podem ser clicadas. Dê a eles um bom lugar para anunciar e serás recompensado.
A gratuidade da web é talvez o caminho menos árduo a ser explorado. Pode dar retorno.
É o caso da gigante das buscas. Você não paga nenhuma taxa para usar o Gmail, ou o Google Maps, por exemplo. Mas o Google explora tais serviços com propagandas direcionadas. Pronto. O usuário sai feliz, por usar um serviço gratuito. O anunciante sai feliz por ver que está tendo retorno com suas propagandas. E o Google sai feliz, por ganhar dinheiro sendo gratuito.
E você? Consegue usar a gratuidade em seu benefício? [Webinsider]

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

LinkedIn - Transforme-o numa ferramenta de trabalho !

Acompanhe duas dicas para evitar que a rede social seja pouco aproveitada para a busca de informações e para potenciais contratantes

De acordo com o coautor do livro “Wikibrands: Como construir uma marca em um mercado controlado pelo consumidor”, Mike Dover, este ano será marcado pela utilização das redes sociais para a construção da imagem de seus usuários, principalmente no âmbito profissional. Segundo ele, o LinkedIn é um caso especial, já que nasceu com o intuito de unir pessoas com os mesmos interesses profissionais e, por isso, será ainda mais utilizado como fonte de informações, inclusive para as empresas interessadas em realizar contratações. Mesmo com todas as vantagens que possa apresentar, para o CEO da consultoria Social Media Delivered, Mayer Orsburn, o LinkedIn ainda é pouco ou mal aproveitado por seus usuários. Como forma de reverter essa situação, ele criou duas dicas fundamentais que as pessoas devem seguir para conseguir para otimizar o uso dessa rede social.
1. Mantenha as informações atualizadas
Assim que um usuário acessa sua página do LinkedIn, enxerga uma lista de atualizações feitas por seus contatos. “Se uma pessoa não atualizou o perfil naquele dia, certamente será invisível aos demais conectados”, explica Orsburn.
Segundo o especialista, para se tornar mais visível, os cadastrados devem alterar pelo menos alguma coisa em suas páginas a cada dia. “Além de possibilitar que o profissional conte que terminou um curso de especialização ou coisa parecida, fará com ele esteja sempre na mente dos demais participantes de sua rede”, afirma.
2. Não confunda com o Twitter
Orsburn destaca que os usuários do LinkedIn devem estar atentos também para não utilizar essa rede social para colocar mensagens características do microblog Twitter. “Cada uma dessas redes tem um propósito e não se pode misturá-los”, avisa o especialista.
Ele também alerta para os perigos de se optar pela integração entre as duas ferramentas. “Nem tudo o que uma pessoa posta no Twitter deve ser visualizável no LinkedIn, por isso é preciso muito cuidado antes de ativar essa função dos sites”, conclui.

Portuguesa aposta em ação interativa para lançar nova camisa do time !

Camiseta, desenhada pela grife Cavalera, trará ícone estampado no ombro com tecnologia da realidade aumentada


Para lançar a nova camisa da Portuguesa, desenhada pela grife Cavalera, a agência interativa fri.to, propôs ação interativa que prevê, por meio da tecnologia da realidade aumentada, um quiz interativo no site. Cada camisa trará um ícone estampado no ombro. Quando exposto na webcam, o ícone mostrará a primeira pergunta da série. O sistema troca a pergunta periodicamente e o torcedor só conseguirá visualizar a questão se mostrar o símbolo da camisa na webcam.
A idéia é fazer com que o usuário acompanhe as perguntas e volte ao site periodicamente. Ao final dos módulos, o torcedor que mais acertar as perguntas ganhará prêmios como camisa e ingresso para assistir aos treinos do time. O principal prêmio, que sairá no final do ano, dará a chance dos dois primeiros colocados convidarem 15 amigos cada um para disputarem uma partida no Canindé. As duas equipes, que poderão convocar dois jogadores do time de masters da Lusa, ganharão uniformes oficiais do clube do Canindé.
O novo manto lusitano foi inspirado nas tradicionais pedras portuguesas, que formam a cruz de avis (encontrada no símbolo da Portuguesa) no peito da camisa. O uniforme foi escolhido por meio de uma votação realizada no site oficial da Lusa no final do ano passado.

Brasileiros são o segundo grupo mais ativo no Twitter !



Além de o português ser o segundo idioma mais frequente no Twitter, o Brasil também aparece em segundo em outra lista relacionada ao Twitter: a da nacionalidade dos usuários. Um estudo publicado em janeiro pela Sysomos aponta que 8,79% dos usuários do Twitter são brasileiros. Com isso, os brasileiros seriam o segundo público mais frequente no Twitter, atrás apenas dos norte-americanos, com 50,88%. Em junho de 2009, os brasileiros apareciam em quinto lugar na mesma lista, representando apenas 2% do total de usuários da ferramenta.
Entretanto, em relação à quantidade de postagens, o Brasil fica em terceiro. Britânicos contribuem mais que brasileiros em número de tweets – de acordo com o estudo, 8,09% dos tweets seriam de britânicos, contra 6,73% de brasileiros.
O relatório mostra que o acesso ao Twitter cresceu bastante nos últimos meses em outros países além dos Estados Unidos. O aumento no número de usuários foi considerável não só no Brasil como também na Indonésia e na Alemanha.
Fonte: Twitter Brasil

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

90% das corporações proíbem o acesso às redes sociais !

A TI deve educar os demais executivos sobre os benefícios da Web 2.0 e esclarecer que, com políticas estruturadas de proteção, é possível acessar as novas mídias virtuais de forma segura
Computerworld Reino Unido

Cerca de 90% dos conselhos administrativos proíbem o acesso a redes sociais no ambiente de trabalho. A constatação faz parte dos resultados de estudo global realizado pela Socitm (do inglês, Sociedade de Gestão da Tecnologia da Informação) – órgão sediado na Inglaterra e que promove o gerenciamento eficiente da TI – com o apoio da consultoria Gartner.
Nesse contexto, o coautor da pesquisa Christopher Head defende que é papel dos CIOs educar os demais executivos das empresas sobre os benefícios das redes sociais e mostrar que há maneiras de acessá-las de forma segura. “Para convencer os membros do conselho, o gestor de TI precisa mostrar como as políticas de segurança funcionam e quais são os benefícios práticos que podem ser atingidos por meio da liberação ao acesso a tais sites”, diz ele.
Pelo levantamento, 67% dos conselhos administrativos baniram completamente o acesso às redes sociais do ambiente de trabalho por meio do bloqueio das páginas dos principais sites. Os 23% restantes permitem que os colaboradores acessem seus perfis na web apenas em horário de almoço ou fora das horas de trabalho.
No que tange aos motivos pelos quais as companhias não liberam o acesso aos sites como LinkedIn, Facebook, Twitter, 64% dos respondentes afirmaram que temem pela exposição a vírus e outras ameaças as quais os computadores das empresas estarão sujeitos nas redes sociais.
Além disso, 63% dos entrevistados informaram que acessar essas páginas representa uma perda de tempo para os funcionários. Riscos relacionados à reputação das companhias e ao vazamento de dados confidenciais também foram apontados pelos participantes do estudo como barreiras à liberação das redes sociais.
Fonte: (Anh Nguyen)

Redes Sociais você ainda está de fora ?

Cada vez mais em alta no mundo virtual, as redes sociais estão deixando "velhas" ferramentas da internet para trás. De acordo com recente pesquisa do Pew Research Center sobre os hábitos do internauta americano, o e-mail está perdendo popularidade entre os jovens, que usam as redes para conversar. Em 2004, 89% dos internautas adolescentes usavam o e-mail; cinco anos depois, o número caiu para 73%. Enquanto isso, 65% apostam nas redes, utilizando ferramentas do Messenger, Facebook, Orkut e Twitter para se comunicar.

Para Walter Lima, pós-doutor em comunicação em tecnologia e professor da Faculdade Cásper Libero, de São Paulo, as redes e o e-mail já são ferramentas que se complementam. "São dois sistemas diferentes, que cumprem a mesma função. Na rede social, o internauta quer ser visto e falar com mais pessoas. Já o e-mail, costuma ser mais pontual", diz.
Alfabetização digital - De acordo com dados da consultoria comScore, 85,3% dos brasileiros com mais de 14 anos de idade que acessaram a internet em setembro de 2008 visitaram alguma rede social. No mesmo período do ano anterior, o índice era de 76%. A bancária Maria de Fátima, de 53 anos, conta que utiliza a internet com três objetivos: ler notícias, enviar e-mail e falar com os filhos. "Eu abandonei o celular. Falo com meus filhos pelo Orkut ou MSN. Desta forma não pago ligação e também não atrapalho eles no trabalho e na universidade", diz.
Já Raquel Recuero, professora da Universidade Católica de Pelotas e pesquisadora da área de redes sociais, comunidades virtuais e mídia social, acredita que ferramentas como o Orkut cumprem um papel importante: ajudam os usuários a compreender o funcionamento da internet. "Os mais velhos já estão usando o MSN e o Orkut. Muitos professores estão usando as redes para alfabetizar as pessoas digitalmente. As pessoas se animam, pois percebem que tem outras formas de conversar e fazer amizade", diz Recuero. O Orkut é a rede social mais utilizada no Brasil, com 40 milhões de participantes. Clique aqui para ler mais a respeito.
Ambiente amigável - É justamente a face amigável das redes sociais uma das razões de seu crescimento, na visão do professor Walter Lima. "As pessoas se conhecem por afinidades: sem dividirem o mesmo local, elas podem conversar sobre algo de que todas gostam", explica. Eis um dos grandes segredos de comunidades como o MySpace, que se especializou em música. "Não há banda no mundo que queira fazer sucesso que não lance suas músicas lá."
Não à toa, os nomes de algumas das redes sociais estão entre os termos mais procurados nos sites de busca. No ranking de 2008 do gigante Google, por exemplo, Facebook apareceu em terceiro lugar. Já a lista de medição de audiência da empresa Compete mostrou que o Facebook recebeu 68,5 milhões de visitantes únicos em janeiro de 2009. Ele é seguido pelo MySpace, com 58,5 milhões.

Fonte: Revista Veja

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

ICQ renasce na era das redes sociais !

Depois de mais de 13 anos do lançamento do ICQ (em novembro de 1996), e após quase 12 anos da compra da Mirabilis, empresa responsável pelo programa, pela AOL, existe um aplicativo atualizado e disponível para download que finalmente traz o produto para a era das redes sociais em tempo real.

O ICQ7, a mais nova interação da área de comunicação na internet, é agora um programa de desktop, que faz muito mais do que o envio de mensagens instantâneas, e, de fato, competirá com os produtos da Seesmic e TweetDeck, assim como os agrupadores baseados na web como o Meebo e o eBuddy.
O novo ICQ7 oferece agora integração com o Facebook e o Twitter, além de redes de conteúdo como YouTube, Flickr, Digg e Delicious, conta o site SocialMedia.biz ¿ lembrando que o sistema AIM da AOL também recebeu inovações semelhantes.
Novas guias fornecem o fluxo dessas redes para o messenger, e é possível interagir com amigos e conteúdo de dentro do aplicativo. Além disso, atualizações de status compartilhados no ICQ podem ser direcionados para uma grande variedade de redes, como a função de "replicação" apresentada pelo Ping.fm (recentemente comprado pela Seesmic) e pelo HelloTxt, explica Robin Wauters no site TechCrunch.
O aplicativo, no momento apenas disponível para Windows, também recebeu uma nova demão de tinta e espera-se que necessite de menos espaço em disco e rode muito mais rápido. A nova versão inclui algumas opções além da integração social, como uma avançada função de compartilhamento de imagens e a habilidade de ampliar o perfil de usuário.
O software tem suporte a 15 idiomas, incluindo o português. A Geek tentou a nova versão com contas antigas, sem sucesso. Não conseguimos determinar se é o novo ICQ que perdeu a compatibilidade com o sistema antigo ou se, simplesmente, as três contas que usamos caducaram.
Apesar de serem mudanças boas para os usuários (segundo divulgação para a imprensa, seriam em torno de 42 milhões no mundo todo), não se sabe ainda se a novidade trará novos registros para o programa ou fará com que seus antigos admiradores retornem.
Há rumores de que o ICQ pode ser posto a venda agora e, de acordo com outra notícia no site TechCrunch, o Google seria um dos interessados, bem como a Skype. Sorte grande para a AOL.
Para baixar o novo ICQ7, vá ao endereço http://download.icq.com/download/icq/.

Mídias sociais: o debate precisa desesperadamente evoluir !

Você está preparado para evoluir e sair dos questionamentos diários sobre a ação viral promocional divertida, a “orkutização” e “facebookização” do Twitter ou parar de ir às mesmas palestras sobre as melhores práticas para blogs corporativos?

Tudo isso já soa repetitivo, não é mesmo? Nada de dados, soluções ou ideias surpreendentes. O momento agora é de movimento rápido, evolução e um olhar para as mídias sociais e de todos os seus processos de escuta para que eles sejam práticas não estéreis, mais técnicas e que realmente impactem em processos decisórios delicados. O ideal é que tais processos injetem conhecimento em todos os departamentos dentro das corporações (tradicionais ou não), transformando vidas e gerando inovações que criem retorno sobre o investimento (ROI) verdadeiramente plausíveis para executivos e mercados de alta performance.
Chegou a hora de iniciar uma nova discussão, trazer ar fresco para o mundo corporativo. Precisamos – todos – nos tornar, talvez, um pouco mais seletivos em relação ao conteúdo. É importante lembrar que, para o branding moderno e as comunidades digitais gerarem real vantagem competitiva em muitas organizações, é preciso que os responsáveis embarquem em uma jornada de trabalho metódica em torno da essência da marca e mergulhem de cilindro em um trabalho que integre as mídias sociais junto a todo singular departamento dentro da companhia – nível gerencial ou não. Uma das perguntas específicas que o profissional envolvido com marketing e branding deve estar apto a responder é seguinte: “A empresa possui cinco produtos. Três não estão vendendo muito bem. Como as mídias sociais podem acelerar – rapidamente ou não – as vendas destes produtos que estão com a performance abaixo do esperado? Como mensurar este processo de forma profissional e apurada?”
É claro que ações pontuais e ferramentais continuam sendo bastante importantes. Porém, numa visão mais holística e direcionada para a integração com o mundo dos negócios, a discussão precisa progredir. Que tal: Como antecipar o que meu cliente vai fazer ou expressar através da análise de perspectivas históricas digitais, assim estando apto a empregar os recursos adequados para direcionar as minhas decisões estratégicas? Como se tornar cada vez mais social por meio do aprendizado diário e da escolha das ferramentas de monitoramento adequadas? Que tal estas outras perguntas: Como pode uma corporação mensurar o sentimento em tempo real, ou seja, os comentários favoráveis e não favoráveis sobre uma empresa ou marca nas mídias digitais, analisando as fases de engajamento de seus stakeholders? Como equacionar tempo e tecnologias emergentes e escalonar os esforços dos colaboradores no webspace para que o seu negócio e marca sintam impactos plausíveis? Quais as oportunidades para fortalecer os pontos de contato e identificar as áreas de melhoria durante o ciclo de vida do consumidor?
O maior desafio para marcas e empresas não é nem a tecnologia nem o budget, mas, sim, a mudança de cultura que permitirá para estas companhias reconhecer que o branding na web social requer um processo que permeia todos os departamentos, reinventando o processo de escuta, aprendendo e gerando mudanças e reconhecendo que nada é mais permanente. Afinal de contas, trabalhar mídias sociais não é grátis. Também é preciso considerar que isto leva tempo e cada vez mais ele é moeda de troca. Também é necessário trabalhar com gente competente, para iniciar os projetos e participar das comunidades ativamente, sendo fonte de influência e reputação. Como já foi dito, muitas empresas têm dificuldades em escalonar seus colaboradores para atuar na web, mas quando conseguem, há inúmeros benefícios para o negócio.
Do ponto de vista corporativo, as mídias sociais são muito mais aprendizado do que entretenimento. Seu papel agora é ser um catalizador e integrar todos os departamentos e colaboradores ao redor da era digital. O debate precisa desesperadamente evoluir.
Fonte: Mundo Marketing